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quinta-feira, 2 de setembro de 2010
III Raid BTT Socalcos do Tua
As inscrições encerrarão às 24h00 do dia 04 de Setembro, estando limitadas a 60 participantes, pelo que, os participantes que efectuarem a inscrição no dia do Raid, 05 de Setembro, até ao fecho do secretariado, o que ocorrerá pelas 08H00, a organização do evento não assegura a inscrição com almoço convívio.
Informações:
acdcodecais@hotmail.com
Telem. 964345784
http://acdcodecais.blogspot.com
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Passeio BTT - 30 de Agosto
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
"Rota por Trilhos Vinhateiros" em BTT
A concentração para o PR4 - Percurso Pedestre Trilho da Fraga das Ferraduras (Carrazeda de Ansiães) e para o percurso em BTT, aconteceu em junto às piscinas municipais. A adesão ao evento não foi das melhores e, no caso do BTT, não fosse a amizade entre os praticantes da modalidade entre Carrazeda e Vila Flor, através do Clube de Ciclismo de Vila Flor, e o grupo ficaria reduzido a metade.
O primeiro contratempo aconteceu logo no momento de pagamento das inscrições. O reforço distribuído aos participantes limitou-se a uma barra de chocolate, uma maçã e uma garrafa de água. Tudo isto no início de um percurso com 29 quilómetros!O sr. Presidente da Câmara brindou os participantes com algumas palavras dando-se de seguida a partida em direcção ao Alto da Pranheira. Foi feita com alguma apreensão, dado que estava muito frio e ameaçava chover. Contudo, o estado do tempo foi melhorando ao longo do dia, sem no entanto chegar a aquecer. A organização não tinha previsto qualquer distribuição de água.
Todos as inquietações terminaram quando começou a descida para o Amedo. A paisagem é fantástica e os tons laranja e amarelos das folhas dos castanheiros, cerejeiras e outras fruteiras emprestam uma beleza digna de ser admirada. Por mim ficava já por ali, fotografando o outono, mas deixei-me ir, perseguindo o pelotão que entretanto se atrasou com uma pausa numa adega(?).
Depois da passagem pelo centro do Amedo, a descida continua acentuada em direcção a Paradela. Não houve muito tempo para apreciar a antiga Ponte do Torno, interessante construção pelo menos da época medieval. Tinha curiosidade em conhecer esta ponte, e ainda bem que o percurso por aqui passou.Antes de chegar a Paradela há que fazer um esforço extra, desde o Ribeiro do Frarido, até às primeiras casas. Depois, já na Rua Principal, de novo se ganha velocidade descendo até junto da calçada medieval de Pombal. Esta calçada, já do conhecimento de muitos dos participantes conduz ao centro da aldeia, meia encolhida com o frio apenas perturbado pelos cânticos de louvor ao Senhor que se ouviam pela porta entreaberta da igreja. Eu também não conhecia toda a extensão da calçada e gostei de a conhecer.
Não há tempo para muitas pausas, o caminho ainda é longo. O pelotão parte de novo em direcção ao Pinhal do Norte, seguindo pela estrada N314-1. Estes quilómetros, por estrada, não eram necessários, há bons caminhos rurais quase paralelos à estrada!Depois de uma passagem quase pelo centro da aldeia de Pinhal, começa uma das partes mais duras do percurso, quando está percorrida metade do mesmo. Nos quilómetros seguintes é necessário vencer 300 metros de desnível. A paisagem é mais uma vez deslumbrante e muito agreste. O lugar de Felgueira, plantado no meio dos fraguedos, é um oásis de humanidade em muitos quilómetros onde só os bichos gostam de andar. Avista-se a paisagem do outro lado do Tua, terras do concelho de Murça, ao mesmo tempo que se enchem os pulmões de ar, ignorando alguma fraqueza nas pernas. Fiz uma pequena pausa para comer uma sande que por precaução trouxe de casa e beber um pouco de água.
Por volta do quilómetros 17.º avista-se noutra direcção o cabeço da Senhora da Assunção, altivo, tal como o da Senhora da Cunha, lá para os lados de Alijó, que se avista ao descer do Amedo.Pouco depois está-se em Zedes. Do Bairro entra-se na Fonte do Galego admirando o colorido das macieiras, e o sabor de alguns frutos rebuscados, que ajudam a matar a fome aos mais famintos. Segue-se mais uma zona difícil, a pior de todas na opinião de muitos. A descrição do percurso fala num pequeno desvio para visitar a Anta de Zedes, mas não vi qualquer marcação nesse sentido, nem vi nenhum participante a ir nessa direcção. No alto da Senhora da Graça, na Samorinha, atinge-se o ponto maior altitude do concelho e do percurso. É altura de respirar de alívio enquanto se inundam os olhos de paisagem. Os últimos quilómetros até Carrazeda são em descida, num percurso bem do agrado dos adeptos do BTT.
O banho revigorante foi nos balneários da Escola EB2,3 e Secundário.O almoço, na Quintinha do Manel, era mais prometedor do que aquele que tinha sido servido em eventos de BTT, em Carrazeda. Infelizmente também o almoço deixou muito a desejar. Foi servida uma feijoada de fraco aspecto que em nada dignifica o restaurante nem a organização do evento.
Se o grupo de participantes no BTT já era pequeno, foram ainda menos os que se inscreveram no almoço. Ou já sabiam o que os esperava, ou não se sentem bem na companhia dos restantes companheiros do pedal.
Durante o almoço foi distribuído um inquérito com algumas questões sobre o percurso. A insatisfação era maior com a organização do que propriamente com o percurso, no entanto, este também merece alguns reparos: a classificação do grau de dificuldade do percurso como Fácil é um eufemismo. Mesmo os mais experientes no BTT acharam que esta classificação não estava correcta. Os quilómetros feitos por estrada entre Pombal e Pinhal podiam e deviam ser feitos por caminhos rurais. Chamar ao percurso “Trilhos Vinhateiros” também é exagero. Apenas se encontram vinhas em menos de um quarto do percurso, com maior concentração à volta de Paradela e Pombal, há freguesias no concelho com muito mais vinhedos do que Zedes!Quanto à organização, há a ressalvar pela negativa: o preço elevado da inscrição (12€); a não existência de qualquer brinde ou recordação; o reforço alimentar que praticamente não existiu; a distribuição de bebidas ao longo da prova, que também não existiu e a fraca qualidade do almoço.
Salva-se disto tudo: as bonitas paisagens percorridas, que, mesmo com um dia pouco agradável, provocaram algumas exclamações de espanto e a companhia de um grupo de pessoas de Carrazeda e de Vila Flor que levam a amizade para além das provas ou passeios de BTT.

Mais fotografias:
Clube de Ciclismo de Vila Flor
Passeios de BTT e Estrada
Pelotão Aventura
ABCDesporto
Percurso:
Nota: Este percurso pode não coincidir com o traçado oficia, dado que o tracei unicamente recorrendo à minha memória dos locais por onde passei.
sexta-feira, 9 de maio de 2008
À Descoberta, a pedal

Está na hora de partir À Descoberta dos recantos e encantos do concelho, a pedalar. Quem já o faz, por regra, como este amigo que nem sonhava estar a ser fotografado, com certeza que vai continuar. Para os restantes, nunca é tarde para começarem. Até porque vem aí o Verão e uns quilitos a menos, ficam bem.
Quero lembrar que no dia 18 de Maio há BTT em Pombal de Ansiães - 2.ª Rota das Maias (o cartaz está aqui).
A fotografia é na parte velha de Carrazeda.
domingo, 11 de novembro de 2007
À Descoberta de Ansiães

Hoje foi dia de partir À Descoberta de Carrazeda de Ansiães… de BTT. E não fui sozinho! O III Passeio BTT organizado pela Câmara Municipal de Carrazeda de Ansiães com o lema “À Descoberta de Ansiães” veio mesmo a calhar. A minha expectativa era muita.
Primeiro porque uma descida à Senhora da Ribeira prometia ser muito agradável e depois porque ia acompanhado de um grupo de amigos do Clube de Ciclismo de Vila Flor. Tenho que começar por pedir desculpa se induzi alguém em erro no meu anterior post, do dia 15 de Outubro. A organização falhou na divulgação uma vez que apenas fez chegar ao Clube de Vila Flor metade do desdobrável de divulgação, com a agravante de neste constar o que parece ser o mapa do I Passeio (de há dois anos atrás). No interior do desdobrável estava o programa, um pequeno texto e imagens da Anta de Zedes e da Calçada do Mogo. Bastavam estas imagens para eu (e muitos outros) não ter feito a confusão que fiz. Quando soube que o percurso não era ao Douro, fiquei um pouco descontente, mas rapidamente recuperei, até ia poder visitar a minha terra!
Inscreveram-se 67 atletas e quase todos compareceram na partida. Havia muita juventude de ambos os sexos. É claro que o grupo de Vila Flor era o mais numeroso (e bem disposto).Partimos de frente da Piscina Coberta em direcção à Zona Industrial. O dia estava agradável, fresco mas solarengo. Na descida para o Amedo, largámos a estrada e embrenhá-mo-nos por caminhos rurais ladeados de castanheiros com todos os tons de verde, amarelo e laranja. Também as cerejeiras decoravam de vermelho algumas calçadas.
Sem esforço chegámos ao Amedo, que cortámos a meio em direcção a Areias. Deixámos a estrada e seguimos em direcção a Zedes, pelos Moinhos. Há quantos anos não passava eu por ali? Gostei de recordar aqueles caminhos, de subir pela Ribeira e reviver locais onde passei grandes momentos dos meus tempos de garoto.

Em Zedes, na sede da Associação Cultural e Desportiva já nos esperava o reforço alimentar. O esforço ainda tinha sido pouco, mas, ninguém se fez rogado, só a fruta sobrou.
O percurso continuou pela Rua do Emigrante e depois o desvio para a Anta de Zedes. Ninguém parou, todos queriam aproveitar a frescura de pausa recente. Eu parei para uma fotografia, o que me valeu conseguir a cauda do pelotão na subida até à Samorinha.
No centro da aldeia cortámos à esquerda, descemos à igreja e continuámos pelos campos até encontrarmos a estrada de Zedes-Carrazeda, que atravessámos, a caminho do Mogo. Rodeámo-lo a alguma distância por Sul. Quando eu já esperava regressar a Carrazeda abre-se perante os meus olhos o esplendoroso Vale Covo. Estávamos fora do concelho de Carrazeda, os terrenos que percorríamos já pertenciam a Vila Flor. Senti uma mistura de alegria e de receio. Alegria porque sabia que ia encontrar uma paisagem agreste e bela, receio porque sabia que quanto mais descesse aquele vale mais difícil seria voltar aos 780 metros de altitude do Mogo. A paisagem era simplesmente avassaladora. Perdi o contacto com os restantes atletas, só de tempos a tempos, encontrava alguns dos mais jovens. O percurso tinha tanto de belo como de perigoso! As descidas eram íngremes e com curvas em cotovelo muito acentuadas. Havia areia e muitos buracos. Deixei-me levar, calmamente, ao coração do vale, apreciando a paisagem e tentando não cometer erros que me pudessem sair caros.
Quando encontrei a ribeira, pelos 500 metros de altitude, respirei fundo, os músculos já me doíam, não seria mais fácil deixar-me ir até Freixiel? Cerrei os dentes e carreguei a bicicleta encosta acima. Quando se atinge um elevado grau de cansaço, a paisagem perde alguma beleza, todas as forças são usadas para progredir no terreno.
Também o dia começou a ficar mais cinzento e a câmara digital teimava em não funcionar devido ao pó que já tinha engolido. Não sei quanto tempo demorei, mas, finalmente encontrei o marco geodésico Pedrianes (785m), o Mogo de Malta estava perto. Perto do Santuário de Nossa Senhora da Saúde encontrei um grupo de ciclistas renitentes em continuar. Com o corpo num frangalho, meti pela Calçada do Mogo abaixo. Mais uma vez o percurso se tornou belo, perigoso e maçador do físico. Felizmente este era curto. Rodeámos o monte do santuário por Norte e voltámos, desta vez ao Mogo de Malta e logo depois ao de Ansiães. Seguimos por caminhos rurais até à entrada de Belver. Como eu gostava de ter o físico mais “descansado” para aproveitar o passeio…De Belver seguimos em direcção a Carrazeda de Ansiães, entrando mesmo no fundo da vila. Com o humor a regressar, ainda tive a ousadia de perguntar a uma pessoa que nos olhava de uma janela se estávamos em Carrazeda ou em Belver!
Com o grupo todo reunido, foi a altura de um refrescante banho. Já ninguém se lembrava das dificuldades do Vale Covo.
O almoço, às três da tarde, foi no restaurante O Vinhateiro. O prato não me desgostou, dobrada com feijão branco. Não fosse o apetite voraz que todos tínhamos e a dobrada tinha sobrado quase toda. Já comi muito melhor. O vinho também não dignificava nada o restaurante nem a categoria vinícola do concelho de Carrazeda. A refeição terminou com castanhas, não estivéssemos nós no Dia de S. Martinho, profundamente marcado pelos magustos no concelho. Também estas não satisfizeram ninguém! Aproveitou-se a boa disposição do grupo que já falava de novos planos, novas pedaladas, nas semanas seguintes.Eu descobri mais um pouco de Carrazeda. Com algum esforço e algum suor, é certo, mas amanhã voltava.
Outras reportagens:
Blog - Clube de Ciclismo de Vila Flor
Homepage - ZEDES
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
à Descoberta de Ansiães

Embora não se trate concretamente da descoberta do Castelo, de Ansiães, mas sim de uma parcela do concelho de Carrazeda, desafios todos os amigos de Carrazeda, do desporto e da aventura, com alguma saúde para darem ao pedal, para partir "À Descoberta de Carrazeda de Ansiães", em bicicleta, no dia 11 de Novembro de 2007.
Não disponho de muita informação, mas pelo que posso ver na ficha de inscrição, o percurso será Carrazeda, Fontelonga, Vilarinho da Castanheira, Senhora da Ribeira, Beira Grande, Selores, Carrazeda.

Não conheço o percurso em pormenor, tentei "adivinhar-lo" com o intuito de ter uma ideia da distância e da altimetria. No esboço que fiz o percurso ficou com 45 quilómetros. Como se pode ver no gráfico a maior dificuldade está em chegar da Senhora da Ribeira, ao Seixo de Ansiães.
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