Fel-da-terra (Centaurium erythraea)
Descrição : Da família das Gencianáceas, também conhecida como centáurea-menor, erva-da-febre, erva-do-centauro, palnta-de-febre, erva-Febrífuga, erva-de-quiron, quebra-febre. É uma erva pequena, anual. O caule é duro, quadrangular e bastante distinto e varia aproximadamente entre 7 à 30 centímetros de atura. A raiz e fibrosa e celulosa; Folhas opostas, ovais, sésseis, acuminadas, inteiras, verde claras; Flores de cores rosa claro a vermelhas e providas de brácteas. O fruto é uma cápsula alongada; A planta cresce bem em terrenos abertos pantanosos e também em áreas secas como dunas. O genera Centarium contêm aproximadamente 40 espécies (anuais ou bienais) que podem variar de acordo com a área e o tamanho..
Partes utilizadas: A planta inteira.
Habitat: É nativa da Europa e naturalizada nas Américas.
Propriedades : Tónico estomacal, colerético, hipoglicemiante, laxante, febrífuga e cicatrizante.
Indicações: Combate úlceras, feridas, eczemas e chagas. Reduz o nível de glicose no sangue
Fotografia conseguida em Belver.
Fonte do texto
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quarta-feira, 14 de agosto de 2013
terça-feira, 23 de outubro de 2012
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Sumagre
Planta de sumagre (Rhus Coriaria L.) que consegui encontrar em Ribalonga. Depois de ter descoberto algumas plantas de sumagre em praticamente todas as aldeias do concelho de Vila Flor, o mesmo está a suceder nas do concelho de Carrazeda de Ansiães. A cultura do sumagre já se realizava na região no séc. XVIII e chegou a ter bastante importância. As plantas que ainda existem são praticamente desconhecidas da maioria das pessoas e sobreviveram em taludes ou na berma dos caminhos. A melhor altura para as encontrar é no outono, porque o vermelho das suas folhas é inconfundível. O sumagre era usado em tinturaria, mas também é conhecido como condimento alimentar, principalmente entre os árabes.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Cerejas
Este ano está a ser um ano excecionalmente bom para a produção de cereja. Em todo o concelho, foi no Amedo onde fui encontrar mais e mais atraentes exemplares para fotografar( e não só).
sábado, 15 de agosto de 2009
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Roselha
Quem desce da Beira Grande para a Senhora da Ribeira utilizando a estreita estrada com excelentes miradouros, poderá encontrar em flor esta espécie de estranha "esteva". Embora parentes próximos das estevas são arbustos muito mais pequenos e pouco abundantes no nordeste trasmontano (pelo que eu conheço). Já os encontrei no concelho de Carrazeda de Ansiães e junto ao Rio Sabor (Moncorvo e Mogadouro) mas sempre em espaços muito limitados. Não é fácil saber a espécie através de uma fotografia, mas poderá tratar-se de Cistus crispus, conhecida por roselha-pequena.
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Gladíolo - Gladiolus italicus

Tenho-me deixado entusiasmar pelas fotografias a preto e branco, mas não podemos esquecer que estamos na Primavera!
Esta simpática planta é um gladíolo selvagem de nome científico Gladiolus italicus Mill. É muito abundante em Portugal, principalmente no litoral, e no interior centro e sul, onde é conhecido por Calças-de-cuco, Cristas-de-galo ou Espadana-das-searas. Em Trás-dos-montes, tenho-o encontrado principalmente nos vales do Rio Sabor e do Rio Tua. É frequente em terrenos incultos, com muito mato e rochas. A época da floração é de Março a Junho. As folhas são como as dos gladíolos dos jardins, mas de pequenas dimensões. Também têm um pequeno bolbo.
A fotografia foi tirada junto ao Rio Tua, perto da estação de Tralhariz.
domingo, 6 de abril de 2008
À Descoberta da linha do Tua

Ontem foi dia de mais uma etapa À Descoberta da Linha do Tua e do Rio. Depois da experiência da primeira etapa que me levou do Cachão à Ribeirinha, pensei na melhor maneira de continuar, em direcção ao Tua. Optei por descer parte da linha na automotora, partindo da Ribeirinha e fazer o caminho de regresso caminhando (2). Depois de estudar um pouco a linha, achei que podia caminhar da Brunheda até à Ribeirinha, e foi isso que eu fiz.
O dia estava bonito, sem nuvens, quente, a convidar para o passeio ao ar livre. Pouco depois das 10 da manhã já estava na Ribeirinha.

Estacionei o carro e ainda tive tempo de ir até ao rio tirar algumas fotografias. Às 10:30 chegou a automotora. Transportava 8 viajantes, o condutor, o revisor e um cão. Não era o único interessado em registar as belezas da paisagem em fotografia, havia pelo menos mais três pessoas. Em Abreiro entraram mais 4 pessoas, sem bagagem, com todo o aspecto de viajarem por prazer.

Quase sem dar conta, estava na Brunheda. Desci da automotora e esta continuou em direcção ao Tua. Comecei a minha caminhada de regresso exactamente às 11 horas. Calculei que percorrer o caminho me levasse 2 horas e 3 para tirar fotografias.
Na maior parte do percurso não há caminho e por isso tinha que caminhar pela linha. Onde fosse possível e interessante, deixaria a linha e desceria até ao rio. Também tinha por objectivo fotografar a flora e fauna. O ano corre muito seco e não há muita vegetação. Com as temperaturas amenas que se fazem sentir, há muitas plantas floridas e por isso não me faltariam motivos para fotografar.

Pensei em subir à ponte para ter uma boa perspectiva da linha e da estação, mas desisti, isso ira levar-me bastante tempo.
A primeira coisa que me surpreendeu, foi a quantidade de vinhas que estão a ser plantadas nas encostas do Tua! Havia muitos grupos a trabalhar em novas vinhas. Ao contrário do que se imagina, neste local, há nas duas encostas do rio muitas terras ainda cultivadas. A maior parte são vinhas, mas há também oliveiras e amendoeiras. A segunda, foi a quantidade de ninhos que há nos barrancos da linha.

Tinha andado cerca de dois quilómetros quando me surgiu a primeira açude. Havia ainda as paredes de uma azenha e como o acesso era fácil, desci ao rio. A construção é grande e robusta. As mós ainda lá estão. Estava eu entretido a tentar fotografar o movimento da água quando um melro-da-água (Cinclus cinclu) vei-o investigar-me. Fiquei excitado, é uma ave difícil de fotografar, não desperdicei a oportunidade. Ao longo de todo o percurso observei muitos cágados, alguns enormes. Estão sempre muito atentos e é difícil aproximarmo-nos deles. Também observei algumas garças-reais, perdizes, melros e melros azuis (Monticola solitarius, como eu). Curiosamente não vi nenhuma ave de rapina.

A segunda açude vim a encontrá-la junta à estação de Codeçais. Também aproveitei para descer ao rio e fazer algumas fotografias. Na ombreia da porta da azenha pode ler-se com facilidade os anos de 1879 e 1939. Neste ponto, faz-se a divisão de 3 concelhos: Carrazeda de Ansiães, Murça e Mirandela. Pouco depois de subir à linha, passou a automotora em direcção a Mirandela.

Nesta zona a vegetação é composta por giestas, freixos, choupos, sobreiros e carrascos. Há também algumas estevas, pilriteiros, torgas e gilbardeiras. Os pilriteiros (Crataegus monogyna) estão particularmente bonitos, carregados de flor, branca, miudinha e cheirosa. As plantas anuais e muitas bolbosas também estão em flor, despertando a minha atenção. Isto já para não falar das violetas selvagens que se encontram ao longo do rio, dos pequenos amores-perfeitos selvagens que estão por todo o lado.

Depois de percorrer pouco mais de 5 quilómetros encontrei a primeira ponte. Identifiquei imediatamente o local. Só podia ser a ribeira que atravessa Freixiel a juntar-se ao Rio Tua. Encontram-se à direita da linha, a poucos metros, ruínas de várias casas. Deve ter existido aqui possivelmente alguma quinta. O rio sofre um estreitamento, as águas correm muito agitadas e fazem muito barulho.

Depois de andar 8 quilómetros estava na estação de Abreiro. Já tinha perdido a conta às fotografias, felizmente a bateria ainda estava para durar e, portanto, podia continuar. Após passar uma zona onde o vale é mais aberto, depois da ponte de Abreiro, entra-se na zona mais agreste deste percurso. O rio estreitece de tal forma, que parece ser possível saltar de um lado para o outro.

Depois da Ponte do Diabo, desci pelas fragas para fotografar alguns rápidos do rio. Esta zona é muito perigosa, deve haver poços com muita profundidade e águas muito violentas. O barulho era ensurdecedor.
Nas frestas das rochas crescem violetas e Jacinto-dos-campos (Hyacinthoides hispânica) com cores tão delicadas que são difíceis de fotografar. As águas agitadas do rio pareciam agora de outra cor.

Cada curva do rio, cada curva da linha, abrem horizontes para infindáveis composições de cores e enquadramentos. Dividi-me entre os grandes planos das encostas, a vegetação que ladeia o rio e as curvas preguiçosas da linha. O tempo foi passando e aproximava-me cada vez mais da Ribeirinha.
Entretanto verifiquei que estava quase na hora da automotora passar de novo em direcção ao Tua. Tomei posição num ponto alto e esperei pacientemente. Às 16:50 a automotora passou, permitindo-me mais algumas fotografias.

Pouco tempo depois a violência das águas foi diminuindo gradualmente. O rio alargou-se e surgiram enormes árvores nas suas margens. A Ribeirinha estava perto! Abandonei a linha e segui mesmo junto à água até chegar à aldeia. As águas estavam calmas e os reflexos da folhagem formavam harmoniosos quadros.

Cheguei à estação já eram seis horas. Ultrapassei em duas horas a minha previsão, mas fiz o percurso sem pressas, descendo ao rio várias vezes e tirando mais de 1300 fotografias. Não senti cansaço, apenas alguma fadiga nas pernas e o pescoço a ferver do sol que apanhou. Fazendo o percurso pela linha seriam mais ou menos 12 quilómetros. Com as voltas que dei, não faço ideia quantos quilómetros percorri.

Já sinto muita vontade de fazer o resto do percurso até ao Tua.
Todas as fotografias foram tiradas no troço da linha que percorre as freguesias de Pereiros (Codeçais) e Pinha do Norte (Brunheda). Para ver fotografias de outros partes do percurso (Abreiro e Ribeirinha), clicar aqui.
Para ler e ver as fotografias da 1.ª etapa (Cachão-Ribeirinha), clicar aqui.
segunda-feira, 3 de março de 2008
Amendoeiras em Flor
Numa altura em que nas zonas mais quentes as amendoeiras em flor são cada vez menos, este é o espectáculo que ainda se pode observar no concelho de Carrazeda de Ansiães. Esta fotografia foi conseguída no dia 01 de Março, em Zedes, onde já há muitas amendoeiras floridas mas também há algumas que vão florir ao longo desta semana que agora começa.Aproveitem para fazer um passeio pelo planalto do concelho. Se vem gente de tão longe para apreciar as amendoeiras em flor, porque razão não devemos nós mesmos gozar estes quadros maravilhosos?
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
terça-feira, 23 de outubro de 2007
Outono

No dia 21 de Outubro fiz uma pequena visita à Barragem de Fontelonga. A tarde estava luminosa e fiz um conjunto de fotografias interessantes, da folhagem Outonal. Enquanto as preparo e procuro algum tempo para acompanhar com algumas palavras, deixo apenas uma, como homenagem ao Outono.
terça-feira, 5 de junho de 2007
Em Junho ainda há maias

O mês de Maio já lá vai mas ainda é possível encontrar belezas como as que mostro na imagem. No dia do Corpo de Deus apanhavam-se muitas maias para fazer passadeiras nas ruas. É possível que a tradição ainda se mantenha, e, a ser assim, na próxima quinta-feira algumas ruas das aldeias do concelho vão engalanar-se para passar a procissão.
A fotografia foi tirada em Zedes, dia 03 de Junho de 2007.
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