Amostra dos nevões que têm pintado de branco o termo do concelho de Carrazeda de Ansiães.
A primeira fotografia mostra o moinho de vento, em Carrazeda de Ansiães.
A segunda fotografia mostra fonte situada junto à estrada nacional em Mogo de Ansiães.
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sábado, 2 de março de 2013
domingo, 30 de agosto de 2009
Mogo de Ansiães - S. Bartolomeu
Na segunda-feira passada, numa deslocação a Carrazeda de Ansiães, verifiquei que se festejava em Mogo de Ansiães. Provavelmente, festejava-se S. Bartolomeu, tal como na vila de Vila Flor, de que é padroeiro. Este santo é festejado a 24 de Agosto, sendo muito falada esta festa na comunicação social principalmente pelas tradições relacionadas com S. Bartolomeu do Mar (em Mar, Esposende).Este santo é possivelmente Natanael, apóstulo e grande pregador. Reza a tradição que morreu por esfolamento daí o ser representado sempre empunhando um esfange (sabre largo e curvo). Nesta imagem, que me parece representar S. Bartolomeu, aparece também o diabo, preso por um forte cadeado.
terça-feira, 18 de março de 2008
segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
Um BOM 2008

Espero que o Menino Jesus traga de presente, a todos os visitadores deste Blog, um 2008 cheio de coisas boas, no concelho de Carrazeda de Ansiães ou noutro qualquer lugar do Mundo. Nós, por cá, vamos continuar À Descoberta dos encantos deste cantinho trasmontano.
A fotografia de hoje foi obtida em Mogo de Ansiães, num bonito presépio junto à estrada. Não é a primeira vez que fotografo este presépio, mas, esta fotografia, foi feita ontem à noite.
domingo, 11 de novembro de 2007
À Descoberta de Ansiães

Hoje foi dia de partir À Descoberta de Carrazeda de Ansiães… de BTT. E não fui sozinho! O III Passeio BTT organizado pela Câmara Municipal de Carrazeda de Ansiães com o lema “À Descoberta de Ansiães” veio mesmo a calhar. A minha expectativa era muita.
Primeiro porque uma descida à Senhora da Ribeira prometia ser muito agradável e depois porque ia acompanhado de um grupo de amigos do Clube de Ciclismo de Vila Flor. Tenho que começar por pedir desculpa se induzi alguém em erro no meu anterior post, do dia 15 de Outubro. A organização falhou na divulgação uma vez que apenas fez chegar ao Clube de Vila Flor metade do desdobrável de divulgação, com a agravante de neste constar o que parece ser o mapa do I Passeio (de há dois anos atrás). No interior do desdobrável estava o programa, um pequeno texto e imagens da Anta de Zedes e da Calçada do Mogo. Bastavam estas imagens para eu (e muitos outros) não ter feito a confusão que fiz. Quando soube que o percurso não era ao Douro, fiquei um pouco descontente, mas rapidamente recuperei, até ia poder visitar a minha terra!
Inscreveram-se 67 atletas e quase todos compareceram na partida. Havia muita juventude de ambos os sexos. É claro que o grupo de Vila Flor era o mais numeroso (e bem disposto).Partimos de frente da Piscina Coberta em direcção à Zona Industrial. O dia estava agradável, fresco mas solarengo. Na descida para o Amedo, largámos a estrada e embrenhá-mo-nos por caminhos rurais ladeados de castanheiros com todos os tons de verde, amarelo e laranja. Também as cerejeiras decoravam de vermelho algumas calçadas.
Sem esforço chegámos ao Amedo, que cortámos a meio em direcção a Areias. Deixámos a estrada e seguimos em direcção a Zedes, pelos Moinhos. Há quantos anos não passava eu por ali? Gostei de recordar aqueles caminhos, de subir pela Ribeira e reviver locais onde passei grandes momentos dos meus tempos de garoto.

Em Zedes, na sede da Associação Cultural e Desportiva já nos esperava o reforço alimentar. O esforço ainda tinha sido pouco, mas, ninguém se fez rogado, só a fruta sobrou.
O percurso continuou pela Rua do Emigrante e depois o desvio para a Anta de Zedes. Ninguém parou, todos queriam aproveitar a frescura de pausa recente. Eu parei para uma fotografia, o que me valeu conseguir a cauda do pelotão na subida até à Samorinha.
No centro da aldeia cortámos à esquerda, descemos à igreja e continuámos pelos campos até encontrarmos a estrada de Zedes-Carrazeda, que atravessámos, a caminho do Mogo. Rodeámo-lo a alguma distância por Sul. Quando eu já esperava regressar a Carrazeda abre-se perante os meus olhos o esplendoroso Vale Covo. Estávamos fora do concelho de Carrazeda, os terrenos que percorríamos já pertenciam a Vila Flor. Senti uma mistura de alegria e de receio. Alegria porque sabia que ia encontrar uma paisagem agreste e bela, receio porque sabia que quanto mais descesse aquele vale mais difícil seria voltar aos 780 metros de altitude do Mogo. A paisagem era simplesmente avassaladora. Perdi o contacto com os restantes atletas, só de tempos a tempos, encontrava alguns dos mais jovens. O percurso tinha tanto de belo como de perigoso! As descidas eram íngremes e com curvas em cotovelo muito acentuadas. Havia areia e muitos buracos. Deixei-me levar, calmamente, ao coração do vale, apreciando a paisagem e tentando não cometer erros que me pudessem sair caros.
Quando encontrei a ribeira, pelos 500 metros de altitude, respirei fundo, os músculos já me doíam, não seria mais fácil deixar-me ir até Freixiel? Cerrei os dentes e carreguei a bicicleta encosta acima. Quando se atinge um elevado grau de cansaço, a paisagem perde alguma beleza, todas as forças são usadas para progredir no terreno.
Também o dia começou a ficar mais cinzento e a câmara digital teimava em não funcionar devido ao pó que já tinha engolido. Não sei quanto tempo demorei, mas, finalmente encontrei o marco geodésico Pedrianes (785m), o Mogo de Malta estava perto. Perto do Santuário de Nossa Senhora da Saúde encontrei um grupo de ciclistas renitentes em continuar. Com o corpo num frangalho, meti pela Calçada do Mogo abaixo. Mais uma vez o percurso se tornou belo, perigoso e maçador do físico. Felizmente este era curto. Rodeámos o monte do santuário por Norte e voltámos, desta vez ao Mogo de Malta e logo depois ao de Ansiães. Seguimos por caminhos rurais até à entrada de Belver. Como eu gostava de ter o físico mais “descansado” para aproveitar o passeio…De Belver seguimos em direcção a Carrazeda de Ansiães, entrando mesmo no fundo da vila. Com o humor a regressar, ainda tive a ousadia de perguntar a uma pessoa que nos olhava de uma janela se estávamos em Carrazeda ou em Belver!
Com o grupo todo reunido, foi a altura de um refrescante banho. Já ninguém se lembrava das dificuldades do Vale Covo.
O almoço, às três da tarde, foi no restaurante O Vinhateiro. O prato não me desgostou, dobrada com feijão branco. Não fosse o apetite voraz que todos tínhamos e a dobrada tinha sobrado quase toda. Já comi muito melhor. O vinho também não dignificava nada o restaurante nem a categoria vinícola do concelho de Carrazeda. A refeição terminou com castanhas, não estivéssemos nós no Dia de S. Martinho, profundamente marcado pelos magustos no concelho. Também estas não satisfizeram ninguém! Aproveitou-se a boa disposição do grupo que já falava de novos planos, novas pedaladas, nas semanas seguintes.Eu descobri mais um pouco de Carrazeda. Com algum esforço e algum suor, é certo, mas amanhã voltava.
Outras reportagens:
Blog - Clube de Ciclismo de Vila Flor
Homepage - ZEDES
quarta-feira, 6 de junho de 2007
segunda-feira, 16 de abril de 2007
A Primavera entre Mogo e Zedes

No dia 4 de Abril passei pelo Mogo, de bicicleta, a caminho de Zedes. Apanhei um atalho, ali perto da Cruz de Pedra. Fez-me recordar algumas vezes que me desloquei ao Mogo, há várias décadas atrás, de burra, para cuidar de algumas hortas que o meu tio tinha num vale de descia do Mogo até Freixiel.
Mesmo com pressa, consegui enquadrar o Vale da Cabreira, com o Pé-de-Cabrito de um lado e o Santuário de Nossa Senhora da Saúde do outro.
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