Tem-me chegado o feedback da Sentrilha. Depois de esclarecida a questão do nome, definitivamente Sentrilha, deixo, hoje, uma fotografia do exterior da capela, elegante, sob um céu azul, majestoso, que só vê, quem para para olhar.
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segunda-feira, 30 de junho de 2008
Santrilha - Capela
Tem-me chegado o feedback da Sentrilha. Depois de esclarecida a questão do nome, definitivamente Sentrilha, deixo, hoje, uma fotografia do exterior da capela, elegante, sob um céu azul, majestoso, que só vê, quem para para olhar.
segunda-feira, 16 de junho de 2008
À Descoberta da Santrilha
À Descoberta do concelho de Carrazeda de Ansiães levou-me de novo ao lugar de Sentrilha, na freguesia de Pinhal do Norte. Encaixada entre fragas, passa despercebida a tudo e a todos, sendo um local completamente desconhecido, até para muitos habitantes no concelho.

No Domingo à tarde que a revisitei, encontrei mais pessoas na rua, do que em muitas conhecidas aldeias por onde passei! Junto da pequena capela, no largo, logo à entrada, ou à sombra do chorão, são locais aprazíveis para se descansar um pouco. É que, na Sentrilha, talvez ainda se viva em vizinhança, aproveitando a tarde quente do Domingo para conversar com os restantes habitantes, como uma família.
Desta vez, levava um objetivo concreto: conhecer a lagareta escavada na rocha granítica, de que já ouvira falar. O diálogo com as pessoas é fácil. Sou praticamente vizinho (basta atravessar a Serra do Pinhal) e encontrei quem me levasse ao sítio certo. Estava à espera que fosse fora do perímetro das casas, mas é mesmo no meio delas, por detrás da capela.
Esta lagareta consiste numa depressão, com cerca de meio metro de profundidade, escavada no granito, com inclinação para poente. Há um entalhe, mais ou menos retangular, numa posição superior. Nesse entalhe, seriam possivelmente esmagadas as azeitonas, escorrendo depois a mistura para a depressão, fazendo-se a separação por decantação. Imagino que seria um trabalho fastidioso, dada a pequena dimensão do lagar. Esta estrutura é de cronologia indeterminada. Imagino que possa ser da idade média, uma vez que a rocha foi escavada com bastante rigor, no bordo, em semicírculo.
Tive ainda a possibilidade de visitar a pequena capela, cuidada com muito dedicação. Apesar de pequena, recebeu recentemente a visita de D. António Moreira Montes, bispo da diocese Miranda-Bragança. Esta visita é também fruto do carinho que o sr. Padre Bernardo tem pela Sentrilha. O interior é muito simples. A talha foi restaurada, o teto revisto e a forro é novo.
Percorri o pequeno povoado. A par de algumas casas abandonadas, há outras mais recentes, onde com certeza não faltarão as comodidades da vida moderna.
Indiferente à minha visita, ficou o simpático burro, que, desta vez, não abriu a porta (é real!) para me ver passar. Mas outra porta se abriu, a de uma adega, para me dar a provar o bom néctar que estas fragas produzem.

No Domingo à tarde que a revisitei, encontrei mais pessoas na rua, do que em muitas conhecidas aldeias por onde passei! Junto da pequena capela, no largo, logo à entrada, ou à sombra do chorão, são locais aprazíveis para se descansar um pouco. É que, na Sentrilha, talvez ainda se viva em vizinhança, aproveitando a tarde quente do Domingo para conversar com os restantes habitantes, como uma família.
Desta vez, levava um objetivo concreto: conhecer a lagareta escavada na rocha granítica, de que já ouvira falar. O diálogo com as pessoas é fácil. Sou praticamente vizinho (basta atravessar a Serra do Pinhal) e encontrei quem me levasse ao sítio certo. Estava à espera que fosse fora do perímetro das casas, mas é mesmo no meio delas, por detrás da capela.Esta lagareta consiste numa depressão, com cerca de meio metro de profundidade, escavada no granito, com inclinação para poente. Há um entalhe, mais ou menos retangular, numa posição superior. Nesse entalhe, seriam possivelmente esmagadas as azeitonas, escorrendo depois a mistura para a depressão, fazendo-se a separação por decantação. Imagino que seria um trabalho fastidioso, dada a pequena dimensão do lagar. Esta estrutura é de cronologia indeterminada. Imagino que possa ser da idade média, uma vez que a rocha foi escavada com bastante rigor, no bordo, em semicírculo.
Tive ainda a possibilidade de visitar a pequena capela, cuidada com muito dedicação. Apesar de pequena, recebeu recentemente a visita de D. António Moreira Montes, bispo da diocese Miranda-Bragança. Esta visita é também fruto do carinho que o sr. Padre Bernardo tem pela Sentrilha. O interior é muito simples. A talha foi restaurada, o teto revisto e a forro é novo.
Percorri o pequeno povoado. A par de algumas casas abandonadas, há outras mais recentes, onde com certeza não faltarão as comodidades da vida moderna.
Indiferente à minha visita, ficou o simpático burro, que, desta vez, não abriu a porta (é real!) para me ver passar. Mas outra porta se abriu, a de uma adega, para me dar a provar o bom néctar que estas fragas produzem.
sábado, 29 de março de 2008
Sentrilha - Olá
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