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quinta-feira, 4 de abril de 2013

Prova do Folar em Vilarinho da Castanheira - Fotografias 1





Fotografia da Prova do Folar que aconteceu no dia 24 de março em Vilarinho da Castanheira, junto dos moinhos no Ribeiro do Coito.

terça-feira, 2 de abril de 2013

Prova do Folar em Vilarinho da Castanheira

No dia 24 de março realizou-se em Vilarinho da Castanheira a tradicional prova do folar.
Nos últimos anos os amigos desta aldeia têm-me convidado para conhecer esta tradição, mas, como se trata de uma época em que as famílias se reúnem e em que me desloco bastante, não foi possível estar presente.
Em 2013 foram as condições atmosféricas adversas que quase fizeram com que o evento não se realizasse.
Conheço várias locais onde se usa ir comer o folar para o campo, como em Miranda do Douro, Mirandela, Freixo de Espada à Cinta ou Besteiros, na freguesia de Fontelonga, mas em todos eles a tradição acontece na segunda-feira de Páscoa. Em Vilarinho da Castanheira ela acontece no Domingo de Ramos, antes da Páscoa, daí o nome "prova do folar".
A prova tem lugar sempre no mesmo local, junto aos moinhos recuperados do Ribeiro do Coito. Este ano houve vários fatores que contribuíram para que o local estivesse ainda mais arranjado: aí foram feitas filmagens, recentemente, para um canal de televisão; a autarquia está a realizar visitas turísticas, regulares, ao local; tem chovido muito o que fez com que houvesse água mais do que suficiente para fazer girar o mecanismo dos dois engenhos já recuperados.
Penso que estaria no local grande parte da população da aldeia e mesmo alguma das aldeias vizinhas (e mesmo da vila).
O tempo estava instável, com algumas abertas mas com ameaças de chover a qualquer altura.
Os folares e todos os outros géneros consumidos são fornecidos pela junta de freguesia. Houve sumo,  coca cola e vinho, porque festa que se prese tem que ter alegria.
Para ajudar na festa esteve também presente o Grupo de Música Tradicional da Associação Cultural e Recreativa de Vila Flor.  Sem grandes condições para atuar, face à ameaça constante de chuva, instalaram-se num coberto onde executaram as suas alegres músicas e cantares.
Não foi preciso muito para que os mais afoitos se animassem e se improvizasse um baile.
E foi bom de ver um convívio como já não se vê muito, com novos e velhos a conversarem a comerem, beberem e dançarem como uma comunidade, talvez de forma muito semelhante àquela como o fizeram as famílias que habitaram aquele local quando o conjunto de moinhos se encontrava no auge da sua utilização.
Foi uma excelente tarde passada num local idílico, na companhia dos amigos.

terça-feira, 26 de março de 2013

Prova do Folar - Vilarinho da Castanheira



Tradicional Prova do Folar que teve lugar junto aos moinhos recuperados, em Vilarinho da Castanheira, no dia 24 de março de 2013.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Trilho da Pala da Moura - 22 de Abril (2.ªParte)

Continuação de:  Trilho da Pala da Moura - 22 de Abril (1.ªParte)
A caminho das Olgas
O percurso segue depois para sul, contornando a montanha e dirigindo-se para em direção a Pinhal do Douro, para um sítio chamado Olgas. De início não percebi o porquê de nos desviarmos tanto do objetivo que eram os moinhos, mas depois percebi a razão. No ribeiro das Tábuas há um pedaço de calçada e uma ponte, creio que chamada ponte Romana das Olgas. Posteriormente já procurei informação sobre a acalçada e sobre a ponte, mas pouco consegui encontrar. No livro Património Arqueológico o Concelho de Carrazeda de Ansiães não há referência, nem à calçada, nem à ponte. É possível que não sejam romanas, mas nem assim deixam de ter interesse. Gostei de passar aqui pela primeira vez e penso voltar. É um local visitado pelos praticantes de Geocaching.
A chagar aos moinhos
Gostava de ter seguido pelo caminho até junto da estrada no Pinhal, onde há mais uma capela, a de S. Bartolomeu. Alguns participantes da caminhada fizeram esse percurso, outros seguiram as marcações, fletindo para norte, pouco depois da ribeira. O traçado pela capela é menos cansativo e pouca distância acrescenta.
Já perto da Pala da Moura
Por esta altura o grupo já estava bastante disperso, seguindo cada um ao seu ritmo. O reencontro com os moinhos é sempre interessante. A mim fascina-me imaginar o espaço cheio de vida, como terá sido nos tempos áureos. Os residentes do Vilarinho que nos acompanham ainda sabiam a quem pertenciam os moinhos.
A explicação "à sombra" da anta
Numa casa que seria de habitação (ainda que temporária) ainda existe quase intacto um forno. No caminho, muito acidentado há muitas possas escavadas no granito. Possivelmente seriam bebedouros para as galinhas que deviam circular livremente por entre as casas. Também ainda estão lá as ruínas de um pombal e sobrevive um  lilás, ainda em flor, a indicar que mesmo nos locais mais humildes as flores eram bem-vindas.
As pessoas espalharam-se pelas ruínas, admirando a obra do homem. A água corrente era pouca e por isso muita da beleza do local depreendia-se mas não se via. Eu estive no local em fevereiro de 2010, com um cenário bastante diferente.
Uma provocação à "dieta"
Depois de mais um pequeno esforço o grosso do grupo chegou à Pala da Moura, nome dado à milenar anta ou dólmen, Monumento Nacional desde 1910. Houve um momento de pausa também para ouvir as preciosas informações da arqueóloga presente. Ainda bem que estes Percursos Pedestres para além de fazerem bem ao corpo permitem também aprender ou recordar pedaços da história do nosso concelho.
Seguiu-se o regresso aos moinhos, onde já estava a ser confecionado o almoço.
O espaço há muito que é utilizado pela população do Vilarinho para ali comerem o folar e fazerem outro tipo de encontros, pelo que não faltam assadores e mesas, o suficiente para as cerca de 130 pessoas que estavam presentes.
A cantar os parabéns
O tempo esteve sempre muito instável e com algum vento, mas, felizmente, não interferiu com o desenrolar dos acontecimentos.
Não prestei muita atenção à ementa. Apercebi-me que havia vários tipos de carne no churrasco, caldo verde e ... a novidade, sardinhas assadas, fruta vinho e água. Tivemos até direito a bolo de aniversário!
Interior do moinho recuperado
O tempo ainda chegou para algumas brincadeiras e a visita ao moinho recuperado, infelizmente parado por falta de água que o fizesse rodar.
O mini-autocarro da Câmara estava próximo para transportar as pessoas para o Vilarinho, ou para Carrazeda de Ansiães mas um pequeno grupo de pessoas decidiu fazer o percurso até à aldeia a pé. Claro que integrei este grupo.
Possível lagar escavado na rocha
Nos limites da cerca do Fidalgo um habitante do Vilarinho mostrou-me ruínas de mais uma fonte antiga e, ali perto, o que me pareceu ser um lagar escavado na rocha granítica. Nunca li nenhuma referência a esta estrutura, mas há vários lagares inventariados no concelho e é-lhes dado algum relevo. Gostaria de conhecer a opinião de um especialista a respeito da estrutura ali presente. É mais um elemento a valorizar este Trilho da Pala da Moura.
Brasão, em Vilarinho da Castanheira
Este regresso à Igreja Matriz permitiu também admirar um dos mais bonitos brasões do concelho, do séc. XVIII, com ornatos barrocos que lhe dão uma graça pouco comum. Vilarinho tem um bom conjunto de casas brasonadas!
Verifica-se que em cada caminhada o número de participantes aumenta. Este é um sinal do interesse que estas iniciativas têm. Tal como nas aldeias onde se realizaram os percursos anteriores, Linhares e Castanheiro, fomos bem recebidos, diria mesmo acarinhados, e isso deixa-nos com vontade de voltarmos. E a aldeia de Vilarinho da Castanheira merece, porque tem muito para oferecer.
Parabéns à Câmara Municipal e à Junta de Freguesia de Vilarinho da Castanheira.

Nota: Este percurso foi traçado por mim, pode diferir um pouco do oficial, sinalizado e não foi o seguido neste Passeio Pedestre.
GPSies - Trilho da Pala da Moura

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Trilho da Pala da Moura - 22 de Abril (1.ªParte)

Apresentação do percurso com informações históricas
O passeio pedestre da Pala da Moura, com organização da Câmara Municipal de Carrazeda de Ansiães, aconteceu no dia 22 de abril em Vilarinho da Castanheira.
O trilho da Pala da Moura desenvolve-se na freguesia de Vilarinho da Castanheira e integra a Rede Municipal de Percursos Pedestres (com o número 5). O interesse do percurso divide-se entre o paisagístico e o cultural, prolongando-se por pouco mais de 10 km com um grau de dificuldade baixo.
Sendo este o terceiro percurso realizado dá para perceber que há um núcleo "duro" de caminheiros que é de presença quase garantida. Por isso, mesmo para mim que não vivo em permanência no concelho, a maior parte dos rostos já me são familiares. Desta vez até tive uma considerável companhia de Vila Flor, de onde nos deslocámos quase duas dezenas de pessoas.
Interior da Igreja Matriz
O percurso feito no dia 22 segue nos pontos principais o marcado como oficial de Pequena Rota, mas teve algumas variações, para o enriquecer em termos de interesse e para o tornar mais curto em termos de distância a percorrer. Contou também com a novidade do almoço ser servido no campo.
Os primeiros caminheiros na rua Dona Urraca
 De todos os eventos este foi o que contou com de participantes mais jovens. Havia crianças, adolescentes e jovens em número considerável. pelo contrário, os idosos, numerosos no Castanheiro, estiveram em menor número aqui. Fiquei com a impressão de que a população do Vilarinho da Castanheira não aderiu em grande número, mas só contam os que estiveram presentes. Eu gostei da sua companhia e aproveitei para saber mais dos locais onde passámos.
Interior da capela de S. Sebastião
A caminhada iniciou-se junto da Igreja Matriz. Este templo é muito grande e e está bem preservado (restaurada em 2008). Os pináculo são vistosos  os altares em talha dourada também. Terá sido construída durante o séc. XVIII e terminada já no séc. XIX, depois de demolida a segunda igreja que estaria situada na zona da cerca do Fidalgo, alguns metros mais abaixo. Mas Vilarinho da Castanheira já era paróquia desde o séc. XIII, devendo ter existindo ainda outro tempo anterior a esse, de que não há nenhum rasto.
Haverá poucas aldeias no concelho, ou talvez nenhuma, que possua tantas capelas como o Vilarinho! Curiosamente Valtorno, já no concelho de Vila Flor mas próximo dali também teve um elevado número de capelas!
Parte das roupinhas do Menino Jesus
O grupo dirigiu-se de seguida para a capela de S. Sebastião pela rua Dona Urraca (que não faz parte do percurso marcado). Em muitas visitas que já fiz à aldeia nunca tinha entrado nesta capela e acabei por visitá-la 2 vezes durante o mês de abril!
Uma curiosidade desta capela foi realçada pela zeladora. Há um busto do Senhor dos Passos que parece olhar diretamente para nós à medida que nos deslocamos ao longo da capela.
Mesa que aguardava os caminheiros para o mata-bicho
Regressámos à Igreja Matriz passando junto ao futuro Museu Rural, que ainda não está terminado, continuando pelo centro da aldeia até à capela de Nossa Senhora do Rosário. Parece-me que está capela é uma pequena maravilha, quer pela talha, quer pelas imagens, quer por alguns objetos que aqui estão guardados. Um deles é o antigo sacrário da capela de S. Sebastião de cujo o altar não resistiu à ânsia de modernidade.
O Sr. Presidente da Câmara que fez questão de estar presente
O que mais gostei nesta capela está na sacristia, uma vitrina com uma imagem do Menino Jesus rodeado por roupinhas pintadas à mão ou bordadas. Veio-me à memória, de imediato, o Menino Jesus da Cartolinha, em Miranda do Douro, que é a principal atração da Sé da cidade. Também existe uma pequena cama, mas não é do mesmo Menino, mas de outro que não está exposto. Senti curiosidade para saber a proveniência das roupas. Disseram-me que era a professora que fazia as roupinhas, mas, pela falta de tempo, não consegui aclarar o assunto. À frente desta capela há um grande a capela do Senhor do Calvário. Como já era o último da caminhada, nem sequer tive tempo de olhar para ela, com muita pena minha.
Acelerei o passo para recuperar o atraso (também atalhei no caminho) e consegui chegar atempadamente ao alto do monte de Nossa Senhora da Assunção. Este é o ponto mais alto do percurso (847 metros de altitude). O dia não estava muito convidativo, mas a paisagem que se avista em redor é admirável, além de proporcionar uma perspetiva da aldeia que, só por si, vale a pena.
Vista parcial e Vilarinho da Castanheira
A capela de Nossa Senhora da Assunção domina a paisagem e também estava aberta. Aliás é de louvar a preocupação da freguesia em proporcionar o acesso a estes locais e até em os prepararem para serem admirados. Esta foi uma das coisas de que me lamentei da caminhada realizada no Castanheiro.
O mata-bicho foi na Casa dos Milagres. Os bolos característicos da Páscoa marcavam presença. Havia também outros bolos, sandes, presunto, fruta e água. A organização esmerou-se nas iguarias e também na sua apresentação, o que também só valoriza o seu trabalho.

Continua em: Trilho da Pala da Moura - 22 de Abril (2.ªParte)


terça-feira, 24 de abril de 2012

Passeio pedestre - Vilarinho da Castanheira





Primeiras fotografias do Passeio Pedestre realizado no dia 22 de Abril, em Vilarinho da Castanheira.

terça-feira, 3 de abril de 2012

1 Dia por terras de Ansiães (7b)

Flores de macieira (Selores)
Depois da partida da Lavandeira e de uma passagem demorada pelas capelas de S. Salvador e de S. João Batista, já no castelo de Ansiães, o percurso estendeu-se a Selores. O tempo passou rapidamente e foi com muita pena minha que não subimos à muralha interior do Castelo. É sempre um prazer desfrutar da paisagem e creio que haveria muito a dizer sobre as estruturas que aí existem. Mas, nunca se pode ver tudo...
Capela de S. Brás (Selores)
Entre as ruínas do castelo e a aldeia de Selores é possível encontrar vestígios de um habitat romano. Este habitat estende-se praticamente desde das traseiras da igreja de S. João Batista, onde funcionou um cemitério na época medieval, até próximo do povoado de Selores. A presença dos romano nesta área é só mais uma que vem engrandecer a história do espaço, que foi ocupado por mais de cinco mil anos e que merece toda a atenção, agora que está praticamente ao abandono.
Ao aproximar-nos de Selores começámos a sentir o cheiro das flores de macieira. Apesar de estas fruteiras ainda não estarem em floração em todo o concelho, é aqui que me parece que a floração está mais adiantada.
Pormenor da talha do altar da igreja matriz de Selores.
Já em Selores pensava visitar a capela de Nossa Senhora do Prado e a Capela de S. António, a primeira junto à estrada e completamente abandonada e a segunda integrada na chamada Casa de Selores, brasonada, uma joia, mas será para correnteza noutra oportunidade. Os espaços estão fechados e não é fácil ter acesso a ales. O que eu não contava, aliás desconhecia totalmente a sua existência, foi conhecer a capela de S. Brás, em Selores. É particular, dessacralizada, serve para arrumos e passa completamente desapercebida  a quem circula na rua.
Casa e Capela de Santo António (Alganhafres)
 No centro da aldeia é a igreja matriz de Selores. Esta foi objeto de uma visita cuidada e demorada o que me permitiu ver pormenores que me passaram desapercebidas numa visita que lhe fiz recentemente.
Seguiu-se o pequeno povoado de Alganhafres. Praticamente não se percebe quando se deixa Selores e quando começa Alganhafres! Não me tinha apercebido da proximidade destas duas aldeias porque não fiz todo o percurso da procissão no dia 12 de Março.
Ruínas da capela do Divino Espírito Santo (Alganhafres)
Em Alganhafres conheci também a capela de Santo António, que faz parte de um casal senhorial. Em redor há muitas casas em granito, em completa ruína.
O percurso pedestre terminou junto às ruínas da capela de Ferraz ou do Divino Espírito Santo.
Seguimos mais ou menos de perto o traçado do Trilho do Castelo, que integra a Rede Municipal de Percursos, mas, penso que este trilho não contempla Alganhafres.
Almoço - Albufeira da Fontelonga
Não foi possível regressar à Lavandeira a pé porque a hora já ia adiantada. Também não havia nada que obrigasse a respeitar qualquer percurso.
Recuperados os carros, rumámos ao Parque de Merendas junto à albufeira de Fontelonga. A zona é muito aprazível, embora não esteja nas melhores condições (não há qualquer casa de banho e há algum lixo espalhado).
O almoço foi preparado pelo grupo e consistiu de carne assada no churrasco, alheira, caldo verde, pão e fruta. Para beber foi servido um bom vinho tinto, especial, produzido por um grupo de amigos para ocasiões especiais.
Folar e vinho fino (Casa Dona Urraca, Vilarinho da Castanheira)
Depois de almoço rumámos a Vilarinho da Castanheira. O programa previa uma deslocação aos moinhos de água e assistir ao pôr-do-sol junto à Pala da Moura, por isso houve que improvisar para ocupar o tempo.
Fizemos uma visita cultural a alguns locais da aldeia: o pelourinho, a necrópole da Cerca do Fidalgo, o futuro Museus e a capela de S. Sebastião. Foi uma sorte por apesar de já me ter deslocado inúmeras vezes a esta aldeia aldeia, nunca tinha ali entrado. Também não estava planeada uma visita à Casa de Dona Urraca, uma infraestrutura de Turismo Rural que nos recebeu muito bem. Visitámos a adega e o folar juntamente com o vinho tratado da casa fizeram um dos melhores momentos do dia.
Na levada do moinho (Vilarinho da Castanheira)
A deslocação para os moinhos da aldeia foi em automóvel. Infelizmente não há água para dar beleza e romantismo ao local. O ribeiro apenas tem pequenos charcos e fazer rodar as mós dos moinhos é impossível. A maior parte das pessoas não conhecia o local e gostaram muito.
Já perto do pôr-do-sol deslocámo-nos para a Pala da Moura. Por coincidência ou "milagre" o céu escuro com ameaças de chuva abriu-se e o último raio de sol atravessou o espaço dos fortes esteios da anta. Foi um momento mágico.
A investigar a orientação da Pala da Moura
O sr. Padre Bernardo chegou momento certo para explicar o significado a a função destes monumentos megalíticos. Defende que tinham funções muito mais interessantes do que meras câmaras funerárias. A sua orientação está de acordo com o "movimento" solar, a sua posição enquadra-se na conjunção de forças que vêm da terra e que esses povos antigos já seriam capazes de detetar e respeitar.
Pôr-do-sol na Pala da Moura (Vilarinho da Castanheira)
Já quase noite cerrada, terminou o Passeio Cultural. Foi um longo dia À Descoberta do concelho de Carrazeda de Ansiães. E foi completo. Além da história, da beleza da paisagem, da delicadeza das flores, houve também a gastronomia, o convívio o olhar diferente para o que temos e de que nos orgulhamos.

terça-feira, 27 de março de 2012

Propostas para o próximo fim de semana

Caminho / Fonte Nova
O próximo fim de semana em Carrazeda de Ansiães promete boas oportunidades para quem gosta de partir À Descoberta das diferentes vertentes do concelho.
A oferta começa, no sábado, dia 31,  com um Passeio Cultural que tem início na acolhedora aldeia da Lavandeira. O percurso estende-se desde a Lavandeira até ao Castelo de Ansiães; descida a Selores; passagem por Alganhafres e fim da caminhada no ponto de partida na Lavandeira.
Se o o cenário é, como muitos conhecem do melhor que o nosso concelho pode oferecer, há pelo menos mais dois ingredientes a juntar a este "caldo" cultural: o anfitrião será o Padre Bernardo, de Zedes, que dá gosto ouvir; alguns locais a visitar têm monumentos importantes da história do concelho,  que será um prazer conhecer melhor. Como se isto ainda não bastasse, o PROGRAMA continua com um almoço volante na zona da Barragem da Fontelonga. É um local aprazível, onde nunca tive o prazer de comer. Se o tempo ajudar, tenho a certeza que será um bom momento de convívio.
Ainda não terminou o dia.
Pela tarde está prevista uma visita a Vilarinho da Castanheira. O leque de  locais que se podem visitar nesta aldeia é vasto, mas uma passagem pela ribeira com os seus moinhos recuperados é, por certo, seria uma boa escolha. Ao final da tarde acontecerá outro momento alto do dia com o momento do pôr-do-sol a partir da Anta do Vilarinho da Castanheira.
Esta iniciativa parte do grupo de pessoas que pessoas que já organizou o nascer do sol na Casa da Moura de Zedes, a 23 de Setembro de 2011, com o Prof. José Mesquita como um dos organizadores.
No domingo, dia 1 de Abril, está previsto mais um Passeio Pedestre, dos conjunto que a Câmara Municipal está a promover. Desta vez o percurso será o Trilho de Foz Tua, com a distância de 9,8 Km para percorrer. Esta parte do concelho não é das que melhor conheço e por isso seria um prazer poder percorrer os caminhos rurais das aldeias de Castanheiro, Tralhariz e outras por onde este trilho possa passar. Vou fazer os possíveis por estar presente.
Com a amostra do que se passou em Linhares, no primeiro Passeio Pedestre é de esperar um bom grupo de pessoas com muito boa disposição. O almoço deverá ser servido no local, quem sabe se junto à igreja, entre Castanheiro e Tralhariz. O preço deve rondar os 5/6€.
Dia 31 de Março, dia 1 de Abril, ou, quem sabe, os dois dias, são oportunidades a não perder, para quem quer manter a forma e aumentar os conhecimento do concelho onde vive e/ou de que gosta.

Contactos para o dia 31 de Março:
 Contactos para o dia 1 de Abril: