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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Até ao lavar dos cestos...

Tal como em anos anteriores, este ano também participei na vindima na Casa Dona Urraca, em Vilarinho da Castanheira, no dia 8 de Outubro.
Mais do que trabalho, foi uma manhã bem passada, num ambiente familiar de boa disposição. A colheita não esteve ao nível de anos anteriores, mas dará, certamente, origem a um vinho de qualidade porque feito com carinho e dedicação.
O almoço, devido ao tempo fresco, foi servido no interior da casa.
A Casa Dona Urraca é um espaço preparado para o Agro-Turismo com excelentes condições de alojamento e integrada num espaço rural de rara beleza.
Na quinta envolvente, para além da vinha, há olival, amendoeiras, variadas árvores de fruto e horta.

sábado, 30 de julho de 2011

Nossa Senhora da Assunção (Vilarinho da Castanheira)

Andor de Nossa Senhora da Assunção, em Vilarinho da Castanheira, em Agosto de 2009.
Do lado direito é visível a parte superior da réplica do Pelourinho que ali foi colocado exactamente no dia da festa (02-08-2009).

quinta-feira, 15 de abril de 2010

À Descoberta de Vilarinho da Castanheira (2/2)

Publicado no jornal "O Pombal", em Fevereiro de 2010.
Continuação de: À Descoberta de Vilarinho da Castanheira (1/2)

Já na aldeia, a primeira paragem foi junta à capela de Nossa Senhora da Fé. Trata-se de uma capela bastante singular, circular, edificada sobre um rochedo, rodeada por uma varanda que é um excelente miradouro da paisagem em redor. Perto desta capela está a antiga escola primária. Esta escola ainda funciona, mas, nem com a deslocação de crianças do Pinhal do Douro e da Lousa, se atinge uma dúzia de alunos. No pré-escolar o cenário identico. Segui pela Rua do Castelo até ao ponto mais alto da aldeia. Pelo caminho atravessei o espaço onde antigamente se realizavam as feiras, extintas vai para algumas décadas. No vértice do monte existe o que resta de um moinho de vento com a era de 1908 esculpida. No seu interior foi construída uma pequena arrecadação onde ainda hoje se guarda lenha. O nevoeiro não permitia ver as magnificas paisagens que daqui se avistavam e o frio era muito. Nos tanques de lavar a roupa havia placas de gelo com mais de 5 cm de espessura!

Segui em direcção ao cabeço de Nossa Senhora da Assunção. No primeiro domingo de Agosto de cada ano, realiza-se aqui uma esplendorosa festa em honra de Nossa Senhora. Uma majestosa procissão saída da igreja matriz, dá volta às principais ruas da aldeia e sobe à capelinha. Esta, com a porta voltada para a aldeia, é identificável a muitos quilómetros de distância, mesmo de noite, com uma cruz azul florescente colocado no frontispício.
O alto do cabeço é o melhor lugar para observar a aldeia.
De regresso ao povoado, um enorme castanheiro chamou a minha atenção. Com o nevoeiro a esvair-se entre os seus ramos parecia ter saído das cenas de um filme, cheio de mistério. Deve ter sido uma árvore semelhante que contribuiu para o nome da aldeia.

Estacionei junto à igreja matriz com o objectivo de percorrer a pé as principais ruas. Não havia ninguém mas do nada surgiram três crianças. Aproveitei para as questionar sobre a localização de uma sepultura escava nas rochas, que sabia existir por perto. Sorridentes levaram-me à Cerca do Fidalgo onde se diz ter existido uma necrópole com sepulturas. Encontrámos uma, perfeita, escavada no granito. Surpreendeu-me o rigor do corte na rocha quando o comparei com outras sepulturas semelhantes que conheço em Freixiel ou na Vila Velha de Santa Cruz da Vilariça. Incentivados com a minha satisfação levaram-me ainda a conhecer o resto das casas da Cerca.
Segui, já sozinho, pela Rua de S. Sebastião. O futuro museu começa a ganhar forma. Depois da queda da parte da estrutura, em Dezembro de 2005, as obras não têm avançado muito, mas ouviam-se barulhos de máquinas a trabalhar no seu interior. No final da rua está a razão do seu nome, a capela de S. Sebastião. Apenas conheço o exterior mas gostava de a visitar.
Seguindo pela Rua Calçada, cheguei à Rua da Urraca, onde se pode admirar uma fonte de mergulho e o complexo de Turismo Rural, Casa de Dona Urraca. Esta é uma das várias casas brasonadas que ainda existem no Vilarinho.
Dirigi-me para o Largo do Pelourinho. Sim, o Pelourinho  voltou a ser um ponto de relevo na aldeia. Durante muitos anos, a única pedra que restou do pelourinho do Vilarinho da Castanheira, esteve a cargo da Junta de Freguesia. Com base nessa pedra, foi mandado fazer um novo pelourinho que foi erigido no centro da aldeia, em Agosto de 2009.


Aproveitei para tomar em café (encontrei dois bares abertos). Desci a Rua da Cadeia em busca de evidências da mesma. A construção foi recuperada e é hoje uma casa de habitação particular. No alçado lateral, virado a norte, encontrei uma estela funerária cravada na parede!
Perto da antiga cadeia está o Centro Social e Paroquial de Vilarinho da Castanheira, onde funciona um centro de dia e um lar de idosos. O Centro Social e a Banda de Música são as duas instituições mais importantes. É de referir que a banda de música do Vilarinho é a única existente em todo o concelho de Carrazeda de Ansiães.

Apetecia-me ainda “descobrir” mais casas brasonadas, capelas, a igreja matriz, conhecer a ponte medieval das Olgas, visitar a queda de água do Síbio, no Pinhal do Douro, mas… fica para outra viagem, quem sabe, num futuro próximo.

Mais de Vilarinho da Castanheira no Blogue:

À Descoberta de Vilarinho da Castanheira (1/2)

Publicado no jornal "O Pombal", em Fevereiro de 2010.
Um gelado dia do mês de Fevereiro poderá não ser a melhor escolha para partir À Descoberta de Vilarinho da Castanheira, mas foi isso que aconteceu.
Vilarinho da Castanheira fica a 15 km de Carrazeda de Ansiães e sensivelmente à mesma distância de Vila Flor. Distante dos “grandes” eixos rodoviários, é uma aldeia desconhecida de muita gente, embora seja uma das maiores e mais históricas do concelho. À excepção de algum viajante que por ali passe em direcção à Lousa, ou mesmo a Torre de Moncorvo, só os habitantes de Pinhal do Douro são obrigados a atravessar a aldeia, seguindo depois em direcção às encostas do Douro.

Cheguei ao Vilarinho a meio da manhã. A temperatura estava próximo dos zero graus e o nevoeiro cobria a parte mais alta da aldeia. Segui pela estrada em direcção à Lousa e Castedo com intenção de visitar a anta, mais conhecida por Pala da Moura. É uma boa forma de começar uma visita a esta aldeia, uma vez que a anta está classificada como monumento nacional desde 1910.
O acesso a este monumento faz-se por um estradão bem sinalizado e que pode ser percorrido por carros ligeiros, mas não neste Inverno. Depois de percorrer os primeiros metros estacionei o carro e continuei a pé. Chovia com pouca intensidade e havia água e lama ao longo de todo o percurso. Já estive na Pala da Moura algumas vezes e, por isso, já sabia o caminho e o que ia encontrar. Este monumento funerário megalítico é de grandes dimensões, quando comparado por exemplo com o que existe em Zedes. É composto por oito esteios e uma laje gigantesca que lhe serve de tampa. Tem um corredor orientado para nascente que dá acesso à câmara. Ainda são visíveis no interior, pelo menos num esteio, vestígios de pintura a vermelho vivo, sendo impossível decifrar o que representa. A área envolvente está limpa, tem caixotes para o lixo, mesas e bancos onde se podem passar alguns momentos agradáveis. A última vez que aqui estive foi em Maio de 2008, com as giestas cheias de maias amarelas espalhando um colorido e um perfume fantásticos. Este é um lugar muito sossegado, longe de qualquer barulho.
Continuei pelo caminho que segue para sudoeste e que conduz ao ribeiro onde há ruínas de moinhos de água. Alguns desses moinhos foram recuperados e esse local era totalmente desconhecido para mim. Seguindo o caminho sinalizado, não foi difícil encontrá-los. Os dois primeiros moinhos, a montante, estão recuperados. O espaço envolvente está cuidado, com mesas e bancos convidando a descansar. Foi o que eu fiz.
Por momentos o nevoeiro deixou o Vilarinho a descoberto e pude apreciar, à distância, a configuração da aldeia. Parece ter sido construída em redor de um cabeço, descendo pelas suas encostas, mais voltada para o Sul, mas rodeando completamente o morro. A esse cabeço chamam o Castelo. Locais como este foram os escolhidos para a construção de castros, aproveitando as suas defesas naturais. No alto do Vilarinho existiu, certamente, um castelo. A posição geoestratégica da aldeia, entre a Lousa e o castelo de Ansiães, conferia-lhe importância. A provar a sua antiguidade está a própria Pala da Moura, afirmando-se que existiam duas ou mesmo três.
Vilarinho da Castanheira teve o primeiro foral no séc. XIII e o último no séc. XVI. A sua importância manteve-se ao longo dos séculos tendo sido vila, sede de concelho e ultrapassando os 1500 habitantes. Hoje terá pouco mais de 700.
Segui o percurso do ribeiro durante algumas centenas de metros. Para minha surpresa novas ruínas foram surgindo, levando-me a pensar que existiam no local perto de uma dezena de moinhos de água. Encontrei também dois fornos de cozer o pão! Noutra época, no período invernal, devia existir aqui quase uma pequena aldeia, formada pelos moinhos e as habitações onde viviam os moleiros e suas famílias. Consegui mesmo imaginar as crianças a correrem pelos carreiros, as galinhas a debicaram erva tenra e a beberem nas pequenas poças escavadas nas rochas. Nada perturbava os meus pensamentos, mas, um olhar ao relógio, disse-me que estava na hora de seguir para a aldeia. Voltei à estrada (N324), onde tinha deixado o carro.

Continua: À Descoberta de Vilarinho da Castanheira (2/2)
Nota: algumas das fotografias foram tiradas noutras viagens a Vilarinho da Castanheira.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

De novo na "estrada"

O meu último passeio por terras do concelho de Carrazeda de Ansiães levou-me a descobrir alguns recantos da freguesia do Vilarinho da Castanheira. Das coisas que ainda não conhecia, uma das que mais me marcou e me deu prazer fotografar foi a ribeira onde se encontram variadíssimas ruínas de moinhos de água (dois deles foram recuperados).
Brevemente darei mais notícias do meu longo (e frio) passeio À Descoberta do Vilarinho da Castanheira.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Vindima na Casa Dona Urraca


As vindimas já acabaram, mas não posso deixar de falar do que foi um excelente dia passado no Vilarinho da Castanheira.
Mais uma vez tive o prazer de me deslocar, com a minha família, à Casa da Dona Urraca, desta vez para colaborarmos na vindima. Não consigo saber se o que me entusiasmava mais era o facto de participar nesse ritual, que me desperta muitas recordações, se a possibilidade de fazer um bom conjunto de fotografias em cenários diferentes, que adivinhava interessantes.

Não foi necessário madrugar muito e o dia estava fantástico. O céu estava de um azul impressionante e as uvas apetitosas, doces, em belos cachos, sem grandes sinais de doenças ou secura. O grupo de pessoas, penso que todos ligados à família Freixinho, realizava o trabalho de uma forma tranquila, uma vez que a vinha é mesmo junto às habitações da quinta.

O almoço teve lugar pouco depois do meio dia. O ar livre abre sempre o apetite, mesmo que o trabalho seja suave. Alheira, presunto, queijo, chouriço, azeitonas e melão foram alguns dos alimentos. O que chamou mais a minha atenção foram as bolas fritas, muito fofas e apetitosas.
Pela tarde apanhámos o resto das uvas. Já no lagar, os mais novos tiveram oportunidade de fazerem o seu baptismo a pisar as uvas e os restantes recordaram tempos idos, quando as coisas não eram feitas em ambiente de festa.

Provou-se o "tratado" que foi acompanhado pelas tais bolas fritas, que me pareceram ainda mais saborosas.
Depois de terminados os trabalhos no lagar, sobrou-me ainda algum tempo para me deslocar ao Pinhal do Douro, mas disso falarei noutro dia.

Foi mais um excelente dia passado no Vilarinho, em companhia de amigos, a quem tenho que agradecer momentos inesquecíveis.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Vindima


Já tinha publicado algumas uvas brancas, aqui ficam agora as uvas pretas. A fotografia foi feita no Vilarinho da Castanheira num dia de vindima.

sábado, 10 de outubro de 2009

Uvas


Hoje foi dia de vindima. Cheguei a casa cansado, mas ainda tive tempo para dar uma espreitadela nas uvas "que trouxe para casa". Aqui fica uma amostra. A vindima decorreu em Vilarinho da Castanheira.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Casa Dona Urraca

Entrada para a Quinta Dona Urraca, em Vilarinho da Castanheira, afecta ao turismo rural.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Pelourinho do Vilarinho da Castanheira

Vilarinho da Castanheira tem de novo um Pelourinho no Largo do Pelourinho! A fotografia mostra um bloco do Pelourinho original que serviu de base para a reconstrução de um novo. Este bloco de granito estava classificado como Imóvel de Interesse Público pelo Dec. nº 23 122, DG 231 de 11 Outubro de 1933 e encontrava-se à guarda da Junta de Freguesia. Por trás está o actual Pelourinho, que mostrarei noutra oportunidade.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Vilarinho da Castanheira - Vídeo

Enquanto ganho coragem para escrever algumas palavras sobre a festa de Nossa Senhora da Assunção em Vilarinho da Castanheira, fica um pequeno vídeo, com algumas centenas e fotografias, que ilustram o que se passou muito melhor do que qualquer descrição que eu possa fazer.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

A ver o fogo de artifício

Este foi um cenário muito repetido pelas várias festas que se realizaram no concelho e nos concelhos vizinhos. A fotografia foi tirada em Vilarinho da Castanheira, onde passei a tarde de Domingo. Brevemente mostrarei mais detalhes do que se passou.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Alfazema - Vilarinho da Castanheira

Junto a uma construção recente da Junta de Freguesia de Vilarinho da Castanheira fui encontrar um canteiro com pequenas alfazemas. O seu colorido e o seu perfume era tal, que não resisti a uma fotografia bem próxima. Parabéns pelo bom gosto patente na construção e no ajardinamento do espaço envolvente.

domingo, 5 de julho de 2009

Casa Dona Urraca, em Vilarinho da Castanheira

Passei grande parte do dia 27 de Junho em Vilarinho da Castanheira. Tive a oportunidade de conhecer a Casa Dona Urraca, espaço vocacionado para o Agroturismo e também dar um largo passeio pela aldeia do Vilarinho, terra grande, cheia de locais, pessoas e histórias que dá gosto Descobrir.
A Casa Dona Urraca foi buscar o seu nome ao facto de, supostamente, aí ter dormido Dona Urraca, esposa do Rei de Portugal D. Afonso II. É constituída por duas habitações independentes, alguns espaços comuns e anexos ligados à produção vinícola, criação de animais, etc. Todas as construções estão cuidadosamente recuperadas, formando um conjunto muito agradável, onde o granito a madeira e a verdura se combinam em espaços convidativos ao repouso.
No exterior apreciei os canteiros cheios de rosas, hortênsias e alfazema e um espaço relvado onde se encontra a piscina. Mais à frente existe um lagar e a adega, onde repousam vinhos generosos há muitos anos, em pipos de madeira de carvalho.
A casa principal tem dois alpendres, em madeira, um dirigido para nascente e outro para poente. É o local certo para um lanche, depois de alguns mergulhos na piscina, assistindo ao movimento descendente do sol que se esconde por detrás das casas da aldeia. Na cave há um grande espaço para jogos e sala de estar onde se pode ler, ver televisão ou ouvir música. Como estamos em Trás-os-Montes as lareiras são frequentes, havendo uma em quase todos os espaços comuns. A lareira é um elemento importante para criar um espaço aconchegado no Inverno, pelo calor, mas também pela atmosfera que cria. No piso superior há vários quartos, uma cozinha e uma sala de jantar.
Outra habitação, totalmente independente, oferece 4 quartos, uma sala de estar (com biblioteca) e uma sala de jantar. Tudo num ambiente rústico, tradicional, sem descurar o conforto.
Para sul estendem-se os terrenos agrícolas da Casa, onde predomina a vinha, mas há também hortas, amendoeiras e outras árvores de fruto. Em volta das casas há velhas alfaias expostas, carvalhos, pinheiros e cedros onde as aves gostam de fazer os seus ninhos.
Chegou-me ainda o tempo para percorrer as ruas mais recônditas da aldeia, mas, delas falarei noutra oportunidade.

Sitio Web da Casa Dona Urraca

sábado, 4 de julho de 2009

À Descoberta, em Vilarinho da Castanheira

Um passeio tranquilo pelas ruas mais estreitas e menos movimentadas de Vilarinho da Castanheira podem surpreender-nos com bonitos recantos floridos. Foi o que me aconteceu, no dia em que tirei esta fotografia.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Vilarinho da Castanheira em Janeiro

Num dia de Inverno não esperava encontrar um céu tão azul em Vilarinho da Castanheira!

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Capela, Vilarinho da Castanheira

Logo à entrada da aldeia de Vilarinho da Castanheira, é possível encontrar esta curiosa capela (Nossa Senhora da Fé).De forma circular, é também um bom ponto de observação da paisagem. Na altura que a visitei tinha também um lindo jardim florido, cuidado com esmero.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Fonte, em Vilarinho da Castanheira


Fonte de mergulho, em Vilarinha da Castanheira, perto da casa Quinta da Urraca. Toda a envolvente foi arranjada recentemente com recurso a fundos comunitários.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Panarâmica do Vilarinho da Castanheira

A fotografia de hoje retrata Vilarinho da Castanheira, para juntar à fotografia anterior. Claro que a aldeia tem muitos motivos de interesse, que com tempo, pretendo visitar e mostrar. Mas esta visão geral da aldeia, permite àqueles que a não conhecem, uma ideia bastante correcta.

sábado, 31 de maio de 2008