domingo, 8 de junho de 2008

Linha do Tua

Depois do acidente que ocorreu Quinta-feira passada, os argumentos dos detractores da manutenção desta infra-estrutura, subiram de tom e unem forças para o encerramento definitivo da linha. Estranhamente, durante um século de existência, a linha teve apenas dois acidentes como estes que ocorreram recentemente, num total de 3! Porquê?

A análise da linha, parece afastar todas as hipóteses, de que esta tenha sido a causa do acidente. Terá sido a automotora?

Correm rumores de que a circulação pode ser retomada já no dia 9 (hoje). Espero que, de uma vez por todas, a linha passe a ser percorrida com normalidade e em segurança.

sábado, 7 de junho de 2008

Belver

Entrada de Belver, para quem vem de Fontelonga. É a Rua Marechal Gomes da Costa, que é também a estrada N627. Há direita há uma capela que apresenta estar bem preservada, mas que desconheço o interior.

"Belver, apesar de uma aldeia pequena, tem alguns lugares bonitos para visitar. Lugares esses que fazem a sua identidade e a dos seus moradores.
Por exemplo, a capela de Santo Cristo, que se vê na foto, tem uma particularidade que penso não ser vulgar. O altar “duplo” (de um lado com Nossa Senhora e do outo com o Santo Cristo) fica localizado no centro da capela, o que permite que seja rezada missa por dois padres ao mesmo tempo, um virado para cada lado.
Antigamente vinha gente de muitos lados para cumprir promessas em agradecimento ao Santo Cristo.
Dizia a minha avó que, a construção da capela, foi feita com base na promessa de um navegador que, por ter sobrevivido a uma tempestade no mar, teria prometido construir uma capela no lugar do cruzeiro, na altura existente.
Desse cruzeiro ainda se pode ver, dentro da capela, uma pedra -“pedra da morte” com a cara de um diabo esculpida - que se diz ser a sua base.
Mas, … há muito mais para se ver, ouvir e dizer da minha terra!"
Lurdes

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Crise de combustíveis

A crise do preço dos combustíveis não influenciou as práticas em Areias, freguesia de Amedo. Ainda encontramos com frequência imagens como esta: o regresso a casa, depois de uma manhã a cuidar da horta ou a regar a batatas.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Casa da Moura

Ontem, do passeio, constou uma passagem pela Anta de Zedes, conhecida localmente por Casa da Moura. A pujança da Primavera ainda está por todo o lado. O amarelo das pequenas flores e maias contrasta com o verde que as chuvas dos últimos meses têm ajudado a manter,

terça-feira, 3 de junho de 2008

Pinhal do Norte

Porta do adro da igreja em Pinhal do Norte.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Panarâmica do Vilarinho da Castanheira

A fotografia de hoje retrata Vilarinho da Castanheira, para juntar à fotografia anterior. Claro que a aldeia tem muitos motivos de interesse, que com tempo, pretendo visitar e mostrar. Mas esta visão geral da aldeia, permite àqueles que a não conhecem, uma ideia bastante correcta.

sábado, 31 de maio de 2008

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Gladíolo - Gladiolus italicus


Tenho-me deixado entusiasmar pelas fotografias a preto e branco, mas não podemos esquecer que estamos na Primavera!
Esta simpática planta é um gladíolo selvagem de nome científico Gladiolus italicus Mill. É muito abundante em Portugal, principalmente no litoral, e no interior centro e sul, onde é conhecido por Calças-de-cuco, Cristas-de-galo ou Espadana-das-searas. Em Trás-dos-montes, tenho-o encontrado principalmente nos vales do Rio Sabor e do Rio Tua. É frequente em terrenos incultos, com muito mato e rochas. A época da floração é de Março a Junho. As folhas são como as dos gladíolos dos jardins, mas de pequenas dimensões. Também têm um pequeno bolbo.
A fotografia foi tirada junto ao Rio Tua, perto da estação de Tralhariz.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Selores (2)

A tranquilidade de um bairro, em Selores.

terça-feira, 27 de maio de 2008

Beira Grande II

O cura de Beira Grande era apresentado pelo reitor de Ansiães e tinha de rendimento anual seis mil réis de côngrua e o pé-de-altar. A freguesia pertenceu inicialmente à freguesia de S. Sebastião do Seixo, mas iria constituir depois freguesia independente.
Pertenceu sempre ao termo de Ansiães.
É orago da freguesia Santo António, a quem está dedicada a igreja paroquial. Um dos maiores santos portugueses, nasceu em Lisboa. Fez-se franciscano, com o objectivo de seguir os santos mártires de Marrocos. Quando chegou lá, foi acometido de pestilência e teve de voltar à Europa.
Fixou-se em Itália, leccionando Teologia e pregando por todo o País. Morreu em Pádua, com cerca de quarenta anos, já depois de ter sido canonizado.
Consta que existiu nesta freguesia uma fonte que tinha propriedades curativas milagrosas. Hoje já não existe, e o Abade de Baçal dá voz ao povo: "No termo desta povoação, concelho de Carrazeda de Ansiães, havia uma Fonte Santa muito concorrida de enfermos, para remédio de seus padecimentos, mas secou-se porque curaram nela as mataduras de um burro; nunca mais deitou água, diz o nosso informador. O Padre António Carvalho da Costa menciona também esta Fonte Santa como eficaz para a cura dos meninos que nela lavam".
Na parte oriental da povoação, pode encontrar-se no cume de um monte que aí existe uma pequena ermida, muito simples e bonita. Está consagrada a Nossa Senhora da Costa e é um dos mais importantes elementos arquitectónicos da freguesia. A capelinha substitui uma outra que aí terá existido em tempos remotos, representando muito provavelmente um culto pagão.
Fonte do texto: Dicionário Enciclopédico das Freguesias, 3.º Volume, 1997

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Beira Grande

Orago: Santo António
População: 300 habitantes
Actividades económicas: Agricultura e vitivinicultura
Festas e romarias: Santo António (13 Junho)
Património cultural e edificado: Igreja matriz, cruzeiro e ruínas do Casal
Outros locais de interesse turístico: Margens do rio Douro, miradouro do Casal e vinhas do Douro
Colectividades: Associação Cultural Desportiva e Recreativa de Beira Grande

Esta freguesia, encontra-se a dez quilómetros da sede de concelho.
O seu povoamento parece ser muito remoto. A toponímia, através do lugar de Vale de Martinho, indicia um povoamento que terá começado, pelo menos, na época romana. O povo, sempre atreito à explicação de lendas e tradições que vêm de longe, garante ainda hoje que um homem, ao colher figos a secar ao sol, tomaram-se em bolas de oiro.
Além disso, no cume onde se encontra a ermida de Nossa Senhora da Costa, que à frente caracterizamos, parece que existiu um castro importante na estrutura defensiva da região. Quanto à toponímia, Canais -sistema de pesca fluvial, Cachão – acidente do rio, e mesmo Beira Grande, têm evidente sentido geográfico. Há ainda um nome curioso, Gafaria, que tem origem medieval e está relacionado com um hospital de leprosos.

O nome da freguesia é explicado pelo historiador A. Almeida Fernandes, entre dúvidas e incertezas próprias de uma investigação histórica sobre Carrazeda ainda insuficiente: "A significação é obscura: beira, ou, como aparece no latinismo tabeliónico do tempo, "béria", significa já no século XII a fronteira ou região fronteiriça; mas o sentido não convém aqui, sendo Beira Grande topónimo comparável, nesta obscuridade de sentido, a Beira Valente - aliás os dois únicos no País neste sentido desconhecido. Quererá o vocábulo significar aqui a topografia - "beira" por "costa" (encosta) do monte?"

Fonte do texto: Dicionário Enciclopédico das Freguesias, 3.ºVolume, 1997

sábado, 24 de maio de 2008

Belver - Nossa Senhora das Neves

A padroeira de Belver, Nossa Senhora das Neves.