quinta-feira, 14 de julho de 2011
Por Terras de Ansiães
A Associação Recreativa e Cultural de Pombal de Ansiães vai realizar no dia 31 de Julho o 1.º Passeio de Clássicos e Antiguidades, Por Terras de Ansiães. É uma oportunidade única de conhecer as mais belas paisagens do Douro Vinhateiro, património da Humanidade e as aldeias do concelho de Carrazeda, provando o que de melhor se produz nesta região.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
N. S. de Fátima em Pereiros
Procissão da festa em honra de Nossa Senhora de Fátima realizada em Pereiros, no dia 10 de Julho de 2011.
sábado, 9 de julho de 2011
Ansiães na Idade Média (2)
Depois de me lamentar não ter estado na Missa que se realizou nas ruínas da Igreja de S. João Baptista, no Castelo de Ansiães, no dia 26 de Junho, recebi por email um conjunto de fotografias enviadas por Fernanda Pereira, a quem agradeço.
Deve ter sido um momento muito interessante de ver e ouvir um monumento tão antigo e enigmático, que ao longo da sua história serviu para enterrar os mortos trazido à vida com os cânticos do grupo Medievus Chorus, visíveis nas fotografias.
Deve ter sido um momento muito interessante de ver e ouvir um monumento tão antigo e enigmático, que ao longo da sua história serviu para enterrar os mortos trazido à vida com os cânticos do grupo Medievus Chorus, visíveis nas fotografias.
sábado, 2 de julho de 2011
Ansiães na Idade Média - 26 de Junho
Para o dia 26 de Junho estava previsto o melhor do programa e a festa do Sábado prometia, mas, no dia 26 apenas pude acompanhar parte dos acontecimentos.
A parte que sinto ter perdido foi a Missa Campal que aconteceu nas ruínas da igreja de S. João Baptista nas imediações do Castelo de Ansiães. Não faço ideia de como será uma missa em latim, mas a presença do grupo Medievus Chorus era suficiente para eu gostar. Ainda por cima também não cheguei a tempo de ver a sua actuação ao início da tarde.
Cheguei a Carrazeda mesmo a tempo de seguir no mini-autocarro da Câmara para o Castelo de Ansiães. Fui dos poucos a aproveitar este transporte, para além de alguns artistas. A minha ideia foi evitar a confusão de carros junto do castelo, o que veio a verificar-se, impedindo mesmo as carrinhas dos grupos que iam actuar de se aproximarem da porta do castelo para descarregar material.
Na porta do castelo (Porta de S. Francisco) as limitações quanto à posição a ocupar foram muitas. Ao contrário do ano ano anterior, não pude ficar sobre a muralha. Compreendo que haja questões de segurança, mas a posição em que foi obrigado a ficar o público, de frente para o sol, não permitia grande visibilidade para o que se passou, com o sol a ofuscar. Paciência.
Com algumas diferenças em relação ao evento do ano anterior, o que se passou foi a representação (com alguns elementos cómicos à mistura) da crise do Séc. XIV quando Castelo de Ansiães foi tomado de assalto pelas tropas castelhanas lideradas por João Rodrigues Porto Carreiro, enquanto as tropas leais ao Mestre de Avis, sob o comando de Vasco Pires de Sampaio o defendiam. Essa época conturbada da história de Ansiães e da região tem algumas semelhanças com o panorama actual. Na altura Freixiel, Murça e Abreiro foram obrigados a colaborar para o fortalecimento das muralhas do castelo. Desse contributo pode ter resultado aquilo que ainda hoje conhecemos como Castelo de Ansiães, uma vez que, antes disso, toda a muralha devia ser mais frágil e incipiente. Também nessa altura se ditou a queda de Vilarinho da Castanheira, mais voltado para Castela, ao contrário de Ansiães. Na actualidade todos os que trabalham são obrigados a esforços suplementares para compensar as políticas e má gestão de governantes incompetentes.
Para além da história, a contenda deslocou-se para o terreiro do castelo para um torneio de armas a cavalo. Tal como eu esperava este torneio juntou bastante gente, embora os "turistas" ainda fossem menos do que no ano anterior.
A luz estava muito estranha para as fotografias, e só com o controlo manual consegui algo de aceitável.
O que achei mais interessante foi mesmo a combinação da música com todo o ambiente "guerreiro" criado. Desta vez estivaram na animação musical os Cornalusa e os Sons da Suévia.
De volta a Carrazeda de Ansiães (de novo de autocarro), fez-se a hora de jantar. Aproveitei para o fazer com a família, num restaurante da vila, onde já se encontravam três grupos de actores/músicos, ninguém mais.
Para o fim da festa voltámos à zona envolvente do Pelourinho. Neste segundo dia houve muitos menos pessoas (e muito menos espectáculo). Não houve um encerramento pomposo, com discursos históricos ou actuais. Tudo terminou perto das onze da noite.
Como acompanhei com algum pormenor a realização de 2010, não posso evitar fazer comparações. Tal como em 2010 vi muito pouca gente de fora do concelho. Menos ainda do que em 2010. Não sei quais são os objectivos da autarquia para a realização do evento, mas se um deles é promover o concelho, está a falhar redondamente. Quanto a mim, um dos aspectos que falhou foi a publicidade. Não é admissível que a poucos dias do evento ainda não fosse conhecido! Que me desculpem mas nem tudo funciona pelo Facebook. Se o senhor Presidente da edilidade não confia nos blogues (até compreendo), que invista na promoção tradicional, em papel, junto dos média, nos concelhos vizinhos, etc. A Escola Profissional, se foi responsável por isso, tem que fazer melhor no futuro.
Além dos bloguistas voluntariosos quem mais é que publicitou e divulgou o que se passou?! Não tenho conhecimento.
Parece-me que as datas coincidiram com a as Bodas Reais, em Trancoso. Gostava de saber como correram por lá as coisas. Pareceu-me notar a ausência de alguns elementos do grupo Vivarte, pode ser que tenham ficado em Trancoso.
O envolvimento dos locais parece-me muito importante. Veja-se o caso de Torre de Moncorvo onde o Agrupamento de Escolas conseguiu fazer um evento com bastante sucesso praticamente com a prata da casa! Não havia artesãos locais, nem tasquinhas, nem outro tipo de comércios, embora houvesse vinho de Carrazeda à venda, numa das poucas tendas existentes. O envolvimento da Escola Profissional ao nível da dança, ou do manejo das armas, esteve abaixo do que foi feito em 2010. Sobre os comes e bebes não tenho opinião.
Gostei mais do(s) espectáculo(s) de Sábado, dia 25. Domingo à noite esteve bastante pobre, mas também havia muito menos gente.
Globalmente, o evento parece-me bastante positivo, embora continue sem atrair pessoas ao concelho. Não posso comparar com os anteriores festivais de Música Medieval porque nunca estive presente.
Gosto do ambiente destas feiras e começo a ter algum conhecimento em termos musicais e de grupos que nelas actuam. Senti a falta do Olivier (Os Caleiros do Tempo) e de toda a sua agressividade (e má educação). Gostei de ouvir de novo os Cornalusa (que ainda não têm CD!). Além da companhia principal Vivarte, estiveram também presentes Mozárabes, Juan e Pilar, Milícia de Santa Maria, Emad Selin-Sufi (além de Medievus Chorus, Conalusa e Sons da Suévia, já citados no texto). Obrigado pelos espectáculos proporcionados.
A parte que sinto ter perdido foi a Missa Campal que aconteceu nas ruínas da igreja de S. João Baptista nas imediações do Castelo de Ansiães. Não faço ideia de como será uma missa em latim, mas a presença do grupo Medievus Chorus era suficiente para eu gostar. Ainda por cima também não cheguei a tempo de ver a sua actuação ao início da tarde.
Cheguei a Carrazeda mesmo a tempo de seguir no mini-autocarro da Câmara para o Castelo de Ansiães. Fui dos poucos a aproveitar este transporte, para além de alguns artistas. A minha ideia foi evitar a confusão de carros junto do castelo, o que veio a verificar-se, impedindo mesmo as carrinhas dos grupos que iam actuar de se aproximarem da porta do castelo para descarregar material.
Na porta do castelo (Porta de S. Francisco) as limitações quanto à posição a ocupar foram muitas. Ao contrário do ano ano anterior, não pude ficar sobre a muralha. Compreendo que haja questões de segurança, mas a posição em que foi obrigado a ficar o público, de frente para o sol, não permitia grande visibilidade para o que se passou, com o sol a ofuscar. Paciência.
Com algumas diferenças em relação ao evento do ano anterior, o que se passou foi a representação (com alguns elementos cómicos à mistura) da crise do Séc. XIV quando Castelo de Ansiães foi tomado de assalto pelas tropas castelhanas lideradas por João Rodrigues Porto Carreiro, enquanto as tropas leais ao Mestre de Avis, sob o comando de Vasco Pires de Sampaio o defendiam. Essa época conturbada da história de Ansiães e da região tem algumas semelhanças com o panorama actual. Na altura Freixiel, Murça e Abreiro foram obrigados a colaborar para o fortalecimento das muralhas do castelo. Desse contributo pode ter resultado aquilo que ainda hoje conhecemos como Castelo de Ansiães, uma vez que, antes disso, toda a muralha devia ser mais frágil e incipiente. Também nessa altura se ditou a queda de Vilarinho da Castanheira, mais voltado para Castela, ao contrário de Ansiães. Na actualidade todos os que trabalham são obrigados a esforços suplementares para compensar as políticas e má gestão de governantes incompetentes.
Para além da história, a contenda deslocou-se para o terreiro do castelo para um torneio de armas a cavalo. Tal como eu esperava este torneio juntou bastante gente, embora os "turistas" ainda fossem menos do que no ano anterior.
A luz estava muito estranha para as fotografias, e só com o controlo manual consegui algo de aceitável.
O que achei mais interessante foi mesmo a combinação da música com todo o ambiente "guerreiro" criado. Desta vez estivaram na animação musical os Cornalusa e os Sons da Suévia.
De volta a Carrazeda de Ansiães (de novo de autocarro), fez-se a hora de jantar. Aproveitei para o fazer com a família, num restaurante da vila, onde já se encontravam três grupos de actores/músicos, ninguém mais.
Para o fim da festa voltámos à zona envolvente do Pelourinho. Neste segundo dia houve muitos menos pessoas (e muito menos espectáculo). Não houve um encerramento pomposo, com discursos históricos ou actuais. Tudo terminou perto das onze da noite.
Como acompanhei com algum pormenor a realização de 2010, não posso evitar fazer comparações. Tal como em 2010 vi muito pouca gente de fora do concelho. Menos ainda do que em 2010. Não sei quais são os objectivos da autarquia para a realização do evento, mas se um deles é promover o concelho, está a falhar redondamente. Quanto a mim, um dos aspectos que falhou foi a publicidade. Não é admissível que a poucos dias do evento ainda não fosse conhecido! Que me desculpem mas nem tudo funciona pelo Facebook. Se o senhor Presidente da edilidade não confia nos blogues (até compreendo), que invista na promoção tradicional, em papel, junto dos média, nos concelhos vizinhos, etc. A Escola Profissional, se foi responsável por isso, tem que fazer melhor no futuro.
Além dos bloguistas voluntariosos quem mais é que publicitou e divulgou o que se passou?! Não tenho conhecimento.
Parece-me que as datas coincidiram com a as Bodas Reais, em Trancoso. Gostava de saber como correram por lá as coisas. Pareceu-me notar a ausência de alguns elementos do grupo Vivarte, pode ser que tenham ficado em Trancoso.
O envolvimento dos locais parece-me muito importante. Veja-se o caso de Torre de Moncorvo onde o Agrupamento de Escolas conseguiu fazer um evento com bastante sucesso praticamente com a prata da casa! Não havia artesãos locais, nem tasquinhas, nem outro tipo de comércios, embora houvesse vinho de Carrazeda à venda, numa das poucas tendas existentes. O envolvimento da Escola Profissional ao nível da dança, ou do manejo das armas, esteve abaixo do que foi feito em 2010. Sobre os comes e bebes não tenho opinião.
Gostei mais do(s) espectáculo(s) de Sábado, dia 25. Domingo à noite esteve bastante pobre, mas também havia muito menos gente.
Globalmente, o evento parece-me bastante positivo, embora continue sem atrair pessoas ao concelho. Não posso comparar com os anteriores festivais de Música Medieval porque nunca estive presente.
Gosto do ambiente destas feiras e começo a ter algum conhecimento em termos musicais e de grupos que nelas actuam. Senti a falta do Olivier (Os Caleiros do Tempo) e de toda a sua agressividade (e má educação). Gostei de ouvir de novo os Cornalusa (que ainda não têm CD!). Além da companhia principal Vivarte, estiveram também presentes Mozárabes, Juan e Pilar, Milícia de Santa Maria, Emad Selin-Sufi (além de Medievus Chorus, Conalusa e Sons da Suévia, já citados no texto). Obrigado pelos espectáculos proporcionados.
terça-feira, 28 de junho de 2011
Ansiães na Idade Média - 25 de Junho
A segunda edição do evento Ansiães na Idade Média teve lugar nos dias 25 e 26 de Junho em Carrazeda de Ansiães, desenvolvendo-se em dois locais distintos: zona envolvente à Biblioteca Municipal (antigos Paços do Concelho), no fundo da vila e Castelo de Ansiães.
Quando se deu início aos festejos, o movimento era pouco, mas o som das gaitas de foles e bombos rapidamente encheram o ar de festa. A animação tomou conta do espaço onde se foram apresentando pequenos espetáculos guerreiros, musicais ou mesmo cómicos. Um grupo de donzelas de Carrazeda, trajadas a rigor, mostraram um ar da sua graça numa dança pausada.
Depois foi a vez de guerreiros, se defrontarem naquilo que foi uma amostra do que se passaria no dia seguinte no torneio de armas. O realismo era tal que alguém se sentiu mal quando um condenado ao enforcamento lutava para se libertar das correntes que lhe roubavam a liberdade.
Houve dança do ventre exibição de serpentes e, já ao cair da tarde os saltimbancos invadiram o recinto e arrancaram gargalhadas às pessoas que se iam esticando na relva tentando receber alguma frescura da terra, uma vez que o ar estava imensamente quente.
O porco já assava no espeto e as tabernas do burgo prometiam uma boa ceia.
Ainda anão foi desta que aproveitei os petiscos medievais, aproveitei os festejos do S. João em Zedes e fui comer algumas sardinhas assadas com amigos e familiares.
À noite o recinto animou de novo. O som dos Cornalusa é cativante e a sua atitude ao tocar também. Cada vez gosto mais de os ver e ouvir.
Um pouco mais tarde teve lugar um espetáculo bastante exótico com encantamento de serpentes e danças contracenas. Serpentes grandes e pequenas e até uma arranha fizeram arrepiar o sangue dos mais sensíveis. Também um homem que caminhou sobre vidros e fogo, engoliu fogo, espetou agulhas no corpo, etc. arrancou fortes aplausos do público que seguia tudo com muita atenção.
A noite terminou com um espetáculo de dança e fogo numa coreografia que fazia lembrar tesouros, mouras encantadas e génios que saiam de lamparinas.
Ao contrário da tarde, há noite houve muita gente no recinto! Gente de todas as idades que saiu à rua para apanhar o ar fresco da noite mas que se deliciou com momentos verdadeiramente mágicos.
Quando se deu início aos festejos, o movimento era pouco, mas o som das gaitas de foles e bombos rapidamente encheram o ar de festa. A animação tomou conta do espaço onde se foram apresentando pequenos espetáculos guerreiros, musicais ou mesmo cómicos. Um grupo de donzelas de Carrazeda, trajadas a rigor, mostraram um ar da sua graça numa dança pausada.
Depois foi a vez de guerreiros, se defrontarem naquilo que foi uma amostra do que se passaria no dia seguinte no torneio de armas. O realismo era tal que alguém se sentiu mal quando um condenado ao enforcamento lutava para se libertar das correntes que lhe roubavam a liberdade.
Houve dança do ventre exibição de serpentes e, já ao cair da tarde os saltimbancos invadiram o recinto e arrancaram gargalhadas às pessoas que se iam esticando na relva tentando receber alguma frescura da terra, uma vez que o ar estava imensamente quente.
O porco já assava no espeto e as tabernas do burgo prometiam uma boa ceia.
Ainda anão foi desta que aproveitei os petiscos medievais, aproveitei os festejos do S. João em Zedes e fui comer algumas sardinhas assadas com amigos e familiares.
À noite o recinto animou de novo. O som dos Cornalusa é cativante e a sua atitude ao tocar também. Cada vez gosto mais de os ver e ouvir.
Um pouco mais tarde teve lugar um espetáculo bastante exótico com encantamento de serpentes e danças contracenas. Serpentes grandes e pequenas e até uma arranha fizeram arrepiar o sangue dos mais sensíveis. Também um homem que caminhou sobre vidros e fogo, engoliu fogo, espetou agulhas no corpo, etc. arrancou fortes aplausos do público que seguia tudo com muita atenção.
A noite terminou com um espetáculo de dança e fogo numa coreografia que fazia lembrar tesouros, mouras encantadas e génios que saiam de lamparinas.
Ao contrário da tarde, há noite houve muita gente no recinto! Gente de todas as idades que saiu à rua para apanhar o ar fresco da noite mas que se deliciou com momentos verdadeiramente mágicos.
domingo, 26 de junho de 2011
Ansiães na Idade Média (1)
As actividades já começaram ontem. Pelo que foi apresentado, parece-me que o dia de hoje vai ser muito animado e interessante.
Um dos pontos altos deste evento terá lugar no Castelo de Ansiães ao fim da tarde.
Penso que, tal como no ano passado, a autarquia proporcioná transporte desde Carrazeda de Ansiães, a quem estiver interessando.
A partida será da Igreja Matriz da vila.
Aconselho a todos os que forem ao evento a levarem água. O dia está escaldante e o poço do Castelo está seco.
Um dos pontos altos deste evento terá lugar no Castelo de Ansiães ao fim da tarde.
Penso que, tal como no ano passado, a autarquia proporcioná transporte desde Carrazeda de Ansiães, a quem estiver interessando.
A partida será da Igreja Matriz da vila.
Aconselho a todos os que forem ao evento a levarem água. O dia está escaldante e o poço do Castelo está seco.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Ansiães na Idade Média
Agora sim, o programa é oficial e um pouco diferente daquilo que em previ há alguns dias atrás. O que interessa é que são quase dois dias repletos de actividades, uma boa oportunidade para conhecer/descobrir/redescobrir as vilas de Ansiães e a de Anciães (castelo).
Eu vou fazer os possíveis por estar presente nos dois dias, mas, o mês de Junho está a mostrar-se cheio de trabalho. Está a ser mesmo muito difícil arranjar algum tempo para descansar. Paciência... quem corre por gosto não cansa.
Repete-se o Torneio de Armas a cavalo no Castelo de Ansiães, um grande sucesso do ano anterior.
Em 2010 jantei uma das noites em Carrazeda, mas não fiquei muito satisfeito. A oferta no recinto da feira era muito reduzida e os restaurantes da vila parecia que nem sabiam que havia uma Feira Medieval! Espero que este ano seja diferente.
Seria também interessante encontrar no recinto, junto à Biblioteca, alguns dos artesãos do concelho. Estamos em época de contenção, mas a prata da casa sempre fica mais em conta.
Eu vou fazer os possíveis por estar presente nos dois dias, mas, o mês de Junho está a mostrar-se cheio de trabalho. Está a ser mesmo muito difícil arranjar algum tempo para descansar. Paciência... quem corre por gosto não cansa.
Repete-se o Torneio de Armas a cavalo no Castelo de Ansiães, um grande sucesso do ano anterior.
Em 2010 jantei uma das noites em Carrazeda, mas não fiquei muito satisfeito. A oferta no recinto da feira era muito reduzida e os restaurantes da vila parecia que nem sabiam que havia uma Feira Medieval! Espero que este ano seja diferente.
Seria também interessante encontrar no recinto, junto à Biblioteca, alguns dos artesãos do concelho. Estamos em época de contenção, mas a prata da casa sempre fica mais em conta.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Feira Medieval em Carrazeda de Ansiães
Ainda não há muita informação disponível mas o Município de Carrazeda de Ansiães já anunciou a a realização da Feira Medieval, em Carrazeda de Ansiães, para os dias 24, 25 e 26 de Junho.
A julgar pela informação disponibilizada pela companhia de teatro VivArte, o evento seguira de perto o realizado em 2010. Estive presente durante um dia completo e devo dizer que me agradou bastante.
Parece-me evidente a participação da Escola Profissional de Carrazeda, uma vez que está prevista formação em esgrima e danças medievais, nesta localidade, nos dias 16 e 17 de Junho.
Mesmo sem conhecer pormenores do programa, haverá uma ceia medieval, possivelmente no Castelo, no dia 24 e uma Feira Medieval (Séc. XIV) nos dias 25 e 26. No último dia da feira será levado a cabo um torneio de armas a cavalo no Castelo de Ansiães. Na realização de 2010 este torneio a cavalo foi uma das componentes mais apreciada e que mais gente atraiu a Carrazeda.
A companhia de VivArte faz-se sempre acompanhar de grupos de música, cavaleiros, falcoeiros, encantadores de serpentes, etc., e, por isso, é muito difícil prever com exatidão o que vai acontecer. Gostaria de encontrar de novo o grupo de música Cornalusa, quem sabe se já com um CD na algibeira. Vamos esperar para ver...
Reportagem de 2010 - Feira Medieval (1) - Feira Medieval (2)
A julgar pela informação disponibilizada pela companhia de teatro VivArte, o evento seguira de perto o realizado em 2010. Estive presente durante um dia completo e devo dizer que me agradou bastante.
Parece-me evidente a participação da Escola Profissional de Carrazeda, uma vez que está prevista formação em esgrima e danças medievais, nesta localidade, nos dias 16 e 17 de Junho.
Mesmo sem conhecer pormenores do programa, haverá uma ceia medieval, possivelmente no Castelo, no dia 24 e uma Feira Medieval (Séc. XIV) nos dias 25 e 26. No último dia da feira será levado a cabo um torneio de armas a cavalo no Castelo de Ansiães. Na realização de 2010 este torneio a cavalo foi uma das componentes mais apreciada e que mais gente atraiu a Carrazeda.
A companhia de VivArte faz-se sempre acompanhar de grupos de música, cavaleiros, falcoeiros, encantadores de serpentes, etc., e, por isso, é muito difícil prever com exatidão o que vai acontecer. Gostaria de encontrar de novo o grupo de música Cornalusa, quem sabe se já com um CD na algibeira. Vamos esperar para ver...
Reportagem de 2010 - Feira Medieval (1) - Feira Medieval (2)
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Cerejas
Este ano está a ser um ano excecionalmente bom para a produção de cereja. Em todo o concelho, foi no Amedo onde fui encontrar mais e mais atraentes exemplares para fotografar( e não só).
terça-feira, 7 de junho de 2011
Ao Povo Transmontano
Sabes fazer amigos, que amigo és Tu,
Já que em teu peito reina a Forja do Bem;
Que abraço verdadeiro, fraterno e nu,
Só nasce no coração de quem o tem!...
Não o abraço protocolar do momento,
Ou a conveniência da ocasião;. . .
Mas o forte e profundo sentimento
Que, à força do Bem, pões força e razão!
E, já das lavas do reino de Vulcano,
São tuas mágoas de benção e de amor,
- Grinaldas, elmo do Povo Transmontano.
Assim nasceste e assim viverás!
Alma em fogo, o teu peito de granito,
Transmontano irmão, tudo vencerás;
Teu corpo é dor, tua alma infinito.
Luta até ao último adeus, - à morte, -
No frio ardente do gelo da sorte!...
Linhares, 1 de Abril 1993
Poema de Morais Fernandes, natural de Linhares, retirado do livro "Fogo e Lágrimas 2 - Poemas", editado em 1997, editado pela Coimbra Editora, Limitada.
Fotografia: Rio Tua visto do termo de Parambos.
domingo, 5 de junho de 2011
No Amedo (03)
Grupo de senhoras junto à capela de S. Martinho, no Amedo. A fotografia foi tirada no dia 03 de Junho, em mais uma visita que fiz à freguesia. Em breve colocarei mais fotografias,
sexta-feira, 3 de junho de 2011
XXIII Feira do Livro (02)
Desde o dia 2 de Junho que está a decorrer a XXIII Feira do Livro em Carrazeda de Ansiães.
Hoje, pela manhã, realizou-se uma actividade dinamizada pela Dr.ª Otília Lage, que teve como alvo as crianças do 1.º ciclo do Ensino Básico.
Amanhã, dia 4, será o ultimo dia deste evento. Não perca as actividades que estão marcadas para animar o dia entre as quais um Passeio Pedestre pelo Trilho da Foz do Tua e um espectáculo musical com violino e piano. Também digno de destaque é a apresentação do livro Património Imaterial do Douro, de Alexandre Perafita, com recolha de lendas, muitas das quais no concelho de Carrazeda de Ansiães.
Aprovei-te para comprar um livro, preferencialmente de um autor do concelho. Se ainda não leu o romance "O violino do meu pai: Partir ou Ficar em Trás-os-montes" da autoria de Campos Gouveia, é uma boa opção. Eu comprei-o na feira do ano passado, e não me arrependi.
Programa da feira.
Hoje, pela manhã, realizou-se uma actividade dinamizada pela Dr.ª Otília Lage, que teve como alvo as crianças do 1.º ciclo do Ensino Básico.
Amanhã, dia 4, será o ultimo dia deste evento. Não perca as actividades que estão marcadas para animar o dia entre as quais um Passeio Pedestre pelo Trilho da Foz do Tua e um espectáculo musical com violino e piano. Também digno de destaque é a apresentação do livro Património Imaterial do Douro, de Alexandre Perafita, com recolha de lendas, muitas das quais no concelho de Carrazeda de Ansiães.
Aprovei-te para comprar um livro, preferencialmente de um autor do concelho. Se ainda não leu o romance "O violino do meu pai: Partir ou Ficar em Trás-os-montes" da autoria de Campos Gouveia, é uma boa opção. Eu comprei-o na feira do ano passado, e não me arrependi.
Programa da feira.
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